Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Sem a presença de Jéssica, Vagner Sales confirma filha como vice na chapa de Mailza
  • “Se arrependeu, com certeza”: esposa do juiz aposentado Edinaldo Muniz revela detalhes inéditos do dia do desabamento da ponte
  • Alan Rick diz que respeita decisão do MDB em apoiar Mailza e afirma que seguirá ampliando alianças para 2026
  • Não faz sentido Vagner Sales odiar Zequinha e se aliar ao partido que o derrotou
  • Zequinha Lima rebate Vagner Sales: “Faço política com propostas, não com ataque”
  • “Não estou apoiando a Mailza Assis nem o Alan Rick”, diz Márcio Bittar
  • Preços dos combustíveis caem na segunda semana de julho, segundo ANP
  • Planejamento do Deracre prevê melhorar 3,5 mil Km de ramais em 2026
  • PM do Acre monta força-tarefa para tentar conter violência contra mulheres em Feijó
  • Garimpeiro é executado a tiros na divisa do Acre com Rondônia
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, julho 11
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

‘O PCC está montando as suas próprias instituições financeiras’, alerta promotor

Por Redação Juruá em Tempo.25 de fevereiro de 20253 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O promotor de Justiça Lincoln Gakiya, que investiga o Primeiro Comando da Capital (PCC) há 20 anos e foi um dos responsáveis pela Operação Hydra, deflagrada nesta terça-feira, 25, alerta que a facção sofisticou sua engenharia financeira e opera hoje em um novo patamar de lavagem de dinheiro.

A operação aberta em parceria com a Polícia Federal mira duas fintechs sob suspeita de envolvimento com a organização criminosa. É a segunda ofensiva do tipo contra o PCC. Em agosto do ano passado, a Operação Concierge avançou sobre bancos digitais usados pela organização.

Quando o PCC foi criado, na década de 1990, a facção enterrava dinheiro em casas-cofre. Com o tempo, passou a recorrer a doleiros para lavar o lucro do tráfico de drogas. Mais recentemente, empresas de fachada foram abertas em nome de laranjas para despistar os órgãos de investigação. Hoje, segundo o promotor, os criminosos do PCC estão operando no mercado financeiro formal.

“Melhor do que você ter laranjas para poder lavar o seu dinheiro ou montar uma empresa de fachada, é você ter o seu próprio banco. Infelizmente, é isso que a gente está assistindo. O crime organizado já montando as suas próprias instituições, de acordo com as regras do jogo”, explicou Lincoln Gakiya em coletiva à imprensa.

O promotor e seus colegas avaliam que há uma deficiência na legislação e na fiscalização das instituições financeiras.

“Há, de fato, uma brecha, de que há um caminho que possa ser explorado, infelizmente, como facilitador para que o crime organizado utilize essas fintechs para lavar de dinheiro.”

O diagnóstico é o de que a desburocratização do setor do sistema de bancos e pagamentos digitais facilita a lavagem de capitais por meio da pulverização de recursos.

Em alguns casos, fintechs passam a operar como verdadeiros bancos, segundo o promotor, emprestando dinheiro, gerando cartões de crédito e oportunidades de fundo de aplicação.

O cenário levou o Ministério Público a adaptar suas estratégias de investigações. Durante 20 anos, o esforço foi identificar os membros do PCC e as funções desempenhadas por cada um deles na facção. Recentemente, houve um reposicionamento na forma de abordar o problema. A atenção se deslocou para os negócios ilícitos.

As empresas investigadas na Operação Hydra são a 2Go Instituição de Pagamento LTDA e a Invbank Solução de Pagamentos. Segundo o MP, as fintechs direcionavam depósitos para contas de “laranjas” controladas pelas próprias empresas e, depois, transferiam o dinheiro para a compra de imóveis e outros bens ou para contas no exterior, dificultando a fiscalização por órgãos de controle, como o Banco Central e a Receita Federal.

Uma rede de laranjas e operadores que teriam sido usados pelas fintechs foram identificadas pelas autoridades. A lista inclui um pedreiro e um beneficiário do auxílio emergencial da pandemia, além de réus por roubo, lavagem e tráfico.

Por: Estadão.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.