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No Dia das Mães, a força de vontade de Claudiane inspira uma luta pela vida

Por Redação 10/05/2025 13:20 Atualizado em 10/05/2025 13:38
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Neste Dia das Mães, o nome de Claudiane Gomes da Silva se destaca não apenas pelo uniforme que veste com honra, mas por sua batalha diária pela vida. Aos 40 anos, a 3º Sargento da Polícia Militar do Acre, natural de Cruzeiro do Sul, tornou-se símbolo de força e esperança ao enfrentar o diagnóstico de câncer de mama enquanto lida com a dor imensurável da perda da mãe.

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Servidora pública dedicada, mãe amorosa e mulher de fé, Claudiane compartilhou um relato emocionante à equipe do Juruá Em Tempo, revelando os sentimentos que tomou para si desde o dia em que recebeu a notícia da doença: “Receber o diagnóstico de câncer de mama foi como sair totalmente do rumo. Me senti perdida, com medo de tudo que viria pela frente. Foram dias de choro, incerteza e, principalmente, o medo de não ver meus filhos crescerem.”

Mesmo com o medo presente e os desafios físicos impostos pela quimioterapia — incluindo a temida queda dos cabelos — ela concluiu, no último dia 9 de maio, a etapa das oito sessões. Agora, segue para as próximas fases do tratamento: cirurgia e radioterapia. A fé, segundo ela, tem sido essencial em cada passo.

Mas a vida, além de tudo, lhe trouxe uma dor ainda mais profunda: no dia 3 de abril, em meio ao tratamento, Claudiane perdeu sua mãe vítima de um infarto. O que já era uma luta física e emocional contra o câncer, tornou-se também um processo de luto.

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Este será seu primeiro Dia das Mães sem a presença daquela que lhe deu a vida. Uma ausência difícil de suportar, mas que também reforça em Claudiane a importância de seguir em frente pelos que ainda estão ao seu lado “Mesmo em meio à dor do luto, agradeço a Deus por estar viva e ao lado dos meus filhos, que são minha força e a razão pela qual continuo lutando todos os dias”, contou.

Claudiane é a prova viva de que o amor de mãe é uma força que desafia diagnósticos, supera o luto e se ergue, firme, pelo bem dos filhos. Que neste 11 de maio, ao celebrarmos nossas mães, também celebremos aquelas que, como ela, escrevem histórias de coragem em meio às lágrimas — e transformam cada cicatriz em símbolo de vitória.

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