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Novo tipo de golpe com IA usa sua voz e dados contra você

Por Redação Juruá em Tempo.8 de maio de 20253 Minutos de Leitura
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Em um cenário de avanços tecnológicos acelerados, a inteligência artificial (IA) tem transformado positivamente diversos setores — da medicina à comunicação. No entanto, essa mesma tecnologia também tem sido usada por criminosos para aplicar golpes cada vez mais sofisticados, difíceis de detectar e com consequências devastadoras para as vítimas.

Especialistas alertam que a combinação entre IA generativa e técnicas tradicionais de engenharia social criou um ambiente ideal para a proliferação de fraudes, principalmente no ambiente digital e por telefone.

Golpes de voz clonada: a nova arma dos criminosos
Um dos tipos de golpe que mais cresceu nos últimos meses é o da clonagem de voz. Com poucos segundos de áudio capturado — muitas vezes retirado de vídeos em redes sociais ou áudios enviados por aplicativos de mensagens — criminosos conseguem criar cópias realistas da voz de uma pessoa.

Essas vozes são usadas em chamadas falsas para familiares, amigos ou até instituições financeiras. Em muitos casos, pais e mães recebem ligações de supostos filhos em pânico, pedindo dinheiro com urgência por estarem “em perigo”. A voz soa convincente, e o desespero emocional aumenta a chance de a vítima cair no golpe.

Deepfakes e falsificação de imagem
Outro recurso cada vez mais utilizado é o deepfake, técnica que permite criar vídeos falsos com rostos e expressões realistas. Em um golpe recente registrado na Ásia, um executivo transferiu milhões de dólares após participar de uma videochamada com pessoas que pareciam ser seus colegas de trabalho — mas eram, na verdade, avatares gerados por IA.

No Brasil, ainda são raros os casos confirmados com uso de deepfake em vídeo, mas especialistas alertam que o país já registra tentativas semelhantes, especialmente em fraudes corporativas e golpes de investimentos.

Golpes por telefone ainda são os mais comuns

Apesar da sofisticação das novas tecnologias, o telefone ainda é a principal ferramenta de abordagem usada pelos criminosos. Isso porque a ligação é universal: qualquer pessoa, de qualquer idade ou classe social, pode ser alcançada com uma simples chamada.

Ao combinar a IA com a abordagem direta por telefone, os golpistas criam um ambiente de urgência e confusão, levando a vítima a fornecer senhas, códigos de autenticação ou dados bancários sem perceber o risco.

Como se proteger

Com golpes cada vez mais convincentes, é essencial adotar medidas preventivas para não cair em armadilhas. Veja algumas orientações:

Desconfie de ligações urgentes, mesmo que reconheça a voz. Se possível, desligue e ligue de volta diretamente para a pessoa, usando um número conhecido.

Nunca forneça senhas, códigos de verificação ou dados bancários por telefone, mesmo que o interlocutor pareça ser de uma instituição financeira.

Ative a verificação em duas etapas em todos os serviços digitais possíveis, especialmente nos bancos e nas redes sociais.

Evite publicar áudios ou vídeos com sua voz em ambientes públicos e, se possível, restrinja as configurações de privacidade.

Oriente familiares e idosos, que costumam ser alvos preferenciais, sobre a existência desse tipo de golpe.

O que fazer se for vítima

Caso perceba que caiu em um golpe, o mais importante é agir rapidamente:

Comunique imediatamente seu banco e bloqueie o cartão ou conta.

Registre um boletim de ocorrência em uma delegacia física ou na Delegacia Virtual do seu estado.

Notifique amigos e familiares, para evitar que eles também sejam enganados.

Procure orientação jurídica e psicológica, se necessário.

Por: redação O Juruá em Tempo.
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