Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Coronel Ulysses fortalece projeto social com entrega de recursos para o Acre Pela Vida e Banda Mirim
  • VÍDEO: Estudante é espancado após sair de escola no interior do Acre e caso repercute na região
  • Batida entre caminhões deixa um morto e outro ferido na BR-364; veja vídeo
  • Motocicleta furtada em Cruzeiro do Sul é recuperada pela Polícia Militar em Mâncio Lima; veja vídeo
  • Maio Amarelo: corrida de rua será realizada pelo Detran em Cruzeiro do Sul
  • “Michelle não será candidata”, diz Flávio Bolsonaro após áudio com Vorcaro
  • FIFA anuncia Madonna, Shakira e BTS para shows da final da Copa do Mundo
  • PF investiga se Daniel Vorcaro financiou gastos de Eduardo Bolsonaro nos EUA
  • Onça é morta após ataques a animais em área rural de Sena Madureira
  • Acidente deixa idosa em estado grave no interior do Acre; veja vídeo
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, maio 15
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Acre

Ex-prefeito de Feijó e empresas viram alvo do MP por suposto prejuízo de R$ 10,4 milhões

Por Redação Juruá em Tempo.25 de junho de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Irregularidades na gestão de contratos públicos durante a administração do ex-prefeito de Feijó, Kiefer Cavalcante (Progressistas), levaram o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) a ingressar com uma ação por ato de Improbidade Administrativa. A ação, ajuizada pela Promotoria de Justiça Cível de Feijó, também envolve as empresas TM Comércio e Serviços Ltda e Norte – Centro de Distribuição de Mercadorias em Geral, e aponta um prejuízo de mais de R$ 10,4 milhões aos cofres públicos.

Segundo o MP, os contratos firmados com as duas empresas nos anos de 2018 e 2019 foram prorrogados de forma irregular, ultrapassando os limites legais estabelecidos pela antiga Lei nº 8.666/1993, que regia os contratos administrativos à época. O contrato com a TM Comércio, originalmente válido por 12 meses, foi estendido por 78 meses. Já o firmado com a Norte Distribuição teve vigência por 68 meses. As prorrogações ocorreram sem justificativas formais nem autorização da autoridade competente.

A promotora de Justiça Bianca Bernardes requereu, com base na Lei nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa), a indisponibilidade de bens dos réus, no valor correspondente ao prejuízo apurado: R$ 8.478.633,62 pagos à TM Comércio e R$ 1.982.297,82 à Norte Distribuição, totalizando R$ 10.460.931,44. O objetivo é garantir o eventual ressarcimento ao erário.

Na ação, o MP argumenta que os atos do ex-prefeito ferem os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência, configurando ato de improbidade administrativa dolosa. A peça jurídica ressalta que houve conduta consciente e reiterada, com manutenção de contratos vencidos e pagamentos sem respaldo legal.

Além do ressarcimento integral do dano, o MPAC pede a nulidade dos aditivos contratuais firmados irregularmente e a aplicação das sanções previstas em lei, como a perda dos direitos políticos, proibição de contratar com o poder público e pagamento de multa civil.

Com informações do Extra do Acre

Por: AC24horas.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.