Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Polícia Civil diz que investigação sobre invasão à casa de jornalista está avançada
  • Tático do 2º BPM cumpre mandado e prende mulher apontada como chefona do Conselho Final do B13
  • Investigação da Polícia Civil resulta em condenação de acusados de homicídio no interior do Acre
  • Mulher dá à luz em calçada durante atendimento do SAMU em Cruzeiro do Sul; veja vídeo
  • Motorista de app comprova que recebeu proposta “Xerecard” e se livra da prisão após falsa acusação de estupro
  • Governo garante realização da Expoacre, apesar da decisão do TCE
  • Mesmo com redução das taxas, Acre registra litro de etanol mais caro do Brasil
  • Acre tem 7,7 mil eleitores indígenas de 52 etnias aptos a votar nas eleições de 2026
  • Tião Viana rebate Bocalom sobre eleição de 2010: “Gosta de inventar mentirinhas”
  • Idoso de 91 anos é resgatado de situação de vulnerabilidade e acolhido em instituição em Cruzeiro do Sul
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, julho 24
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»internacionais

“Fomos raptados”, dizem ativistas em navio interceptado por Israel

Por Redação Juruá em Tempo.9 de junho de 20253 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A Marinha israelita interceptou o navio Madleen, que transportava ajuda humanitária para Gaza e levava vários ativistas a bordo, entre os quais a sueca Greta Thunberg. A embarcação encontra-se agora num porto de Israel. Os ativistas garantem ter sido raptados e pediram apoio aos governos dos seus países, mas Benjamin Netanyahu garante que estão a “encenar uma provocação midiática”.

O navio, que transportava 12 ativistas franceses, alemães, brasileiros, turcos, suecos, espanhóis e holandeses, partiu de Itália dia 1º de junho com a intenção de “quebrar o bloqueio israelita” a Gaza, onde a ajuda humanitária é cada vez mais escassa.

Na noite de domingo, a Coligação da Flotilha da Liberdade, que cedeu o barco, disse numa rede social ter perdido o contato com a tripulação depois que ela foi “abordada” pelo exército israelita.

“Se virem este vídeo, fomos interceptados e raptados em águas internacionais”, disse a ativista sueca Greta Thunberg num vídeo pré-gravado e posteriormente partilhado pela Coligação da Flotilha da Liberdade, movimento internacional de apoio à Palestina lançado em 2010.

Desvio

Israel não especificou o local onde o navio foi interceptado, mas o Ministério da Defesa disse que a embarcação foi desviada para o porto de Ahsdod, um importante porto comercial no sul de Israel, não muito longe de Gaza.

“Espera-se que os passageiros regressem aos seus países”, declarou o Ministério israelita dos Negócios Estrangeiros em comunicado, divulgando ainda imagens que mostram comida e água a serem distribuídas aos passageiros do barco, equipados com coletes salva-vidas.

O Irã foi um dos primeiros a condenar a interceptação do navio, descrevendo-a como um ato de pirataria. Já a Turquia criticou o que chamou de ataque odioso que considerou uma “violação flagrante do direito internacional”.

A França disse, por sua vez, querer “facilitar” o “rápido regresso à França” dos seis cidadãos que se encontravam a bordo da embarcação.”

Provocação midiática

O navio com ajuda humanitária aproximou-se de Gaza no domingo, depois de chegar à costa egípcia, contrariando os avisos lançados por Israel. Na rede social X (antigo Twitter), os ativistas apelaram aos governos dos respectivos países para que os protegessem.

Além de Greta Thunberg, o navio transportava também a eurodeputada franco-palestinna Rima Hassan.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, acusou esta segunda-feira “Greta Thunberg e os outros de tentarem encenar uma provocação midiática com o único objetivo de fazer publicidade a si próprios”.

O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, frisou que “o Estado de Israel não permitirá a ninguém que viole o bloqueio marítimo de Gaza, cujo principal objetivo é impedir a transferência de armas para o Hamas, uma organização terrorista assassina que mantém os nossos reféns e comete crimes de guerra”.

A população de Gaza está cada vez mais desesperada por ajuda humanitária, numa altura em que o cerco imposto por Israel impede a chegada de bens essenciais a milhões de pessoas.

Têm também ocorrido cada vez mais ataques juntos a centros de distribuição de ajuda, demovendo os palestinos de se deslocarem até esses locais.

Por: RTP - Rádio e Televisão de Portugal.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.