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“Minha filha merece justiça”, diz mãe de jovem acreana morta queimada pelo ex

Por Redação Juruá em Tempo.9 de julho de 20252 Minutos de Leitura
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“Estamos aflitos. Como mãe, é uma dor que retoma desde o primeiro momento. Espero que no julgamento seja feita justiça. Foi um crime hediondo, e que o réu venha pegar a pena máxima”. Foi assim que Rosicléia Magalhães, mãe de Juliana Valdivino da Silva, jovem acreana de 18 anos que foi morta após ter 90% do corpo queimado pelo ex-namorado em Paranatinga, interior do Mato Grosso, se referiu ao julgamento do principal suspeito, Djavanderson de Oliveira de Araújo, marcado para esta sexta-feira, 11.

O crime ocorreu em setembro de 2024, quando Juliana foi atraída até a casa do ex-namorado, onde ele teria ateado fogo nela após comprar álcool em um posto de combustível da cidade. Juliana passou 15 dias internada em Cuiabá, mas não resistiu aos ferimentos.

Djavanderson foi preso uma semana após o ataque e também precisou de internação. Ele alegou que tentou suicídio e que o álcool teria caído acidentalmente sobre a vítima, versão que será analisada no júri popular que acontecerá na 1ª Vara da Comarca de Paranatinga, às 8 horas, horário de Brasília.

Devido à proximidade da família do réu com o local do julgamento, a mãe de Juliana foi orientada pelo Tribunal de Justiça do Mato Grosso a acompanhar o júri por videoconferência, em Rio Branco.

“Acredito na justiça e tenho confiado que a comarca de Paranatinga seja justa e mostre que a lei ainda é exercida naquele lugar”, afirmou Rosicléia, ressaltando a luta e dedicação da filha. “Era uma jovem que lutou pela vida, tinha emprego fixo, estava estudando e tinha mal completado 18 anos. Era esforçada e merecia ser feliz”;

Rosicléia encerra seu depoimento com esperança e fé: “Ele tirou o direito da minha filha de conquistar a vida, não merece ter o dele. Mas ser condenado já é o início de uma vitória. Até aqui me ajudou o Senhor, e Ele está comigo”, finalizou.

Por: A Gazeta do Acre.
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