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Pedágios na BR-364 devem elevar custo do transporte entre Acre e Sudeste em quase 60%

Por Redação Juruá em Tempo.23 de julho de 20252 Minutos de Leitura
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A implantação de pedágios ao longo da BR-364, no trecho entre Porto Velho e Vilhena (RO), deve impactar diretamente o custo do transporte rodoviário entre o Acre e o estado de São Paulo. Segundo estimativa divulgada pelo Sindicato das Empresas de Logística e Transportes de Cargas do Acre (Setacre), o reajuste pode chegar a 56,73% nos custos de deslocamento.

Atualmente, o valor do frete rodoviário entre o Acre e o Sudeste oscila entre R$ 2.640 e R$ 3 mil. Com a aplicação da nova tarifa, a projeção é de um acréscimo de cerca de R$ 1,6 mil por viagem. O aumento decorre da instalação de sete praças de pedágio que adotarão o sistema free flow, onde o motorista será tarifado por quilômetro rodado. A taxa base foi fixada em R$ 0,19/km, podendo variar de acordo com a quantidade de eixos do caminhão.

O trecho de 686,70 km concedido à iniciativa privada será administrado pelo consórcio 4UM/Opportunity-BR-364/RO, formado pelo grupo 4UM Investimentos e o banco Opportunity, vencedor da licitação. O contrato prevê uma concessão por 30 anos, com obras de duplicação de 107 km, implantação de 190 km de faixas adicionais, além de estruturas de apoio como postos de pesagem, bases operacionais, passarelas e passagens de fauna.

Apesar da promessa de melhorias, o anúncio da nova tarifa preocupa o setor de transporte. Ainda não foram divulgadas as tabelas atualizadas de frete por tonelada, mas os impactos são considerados inevitáveis. A presidente do Setacre, Dona Nazaré Cunha, acompanha de perto os desdobramentos e os efeitos econômicos da medida.

A concessão, que teve um desconto simbólico de apenas 0,05% no leilão, projeta a geração de mais de 92 mil empregos diretos e indiretos ao longo da vigência do contrato. Por outro lado, empresários e transportadores autônomos alertam para os efeitos do aumento no custo logístico e no preço final dos produtos que chegam ao consumidor.

Por: Nicolle Araújo, dO Juruá em Tempo.
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