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Peritos fazem nova análise no local onde Juliana Chaar foi atropelada

Por Redação Juruá em Tempo.24 de julho de 20253 Minutos de Leitura
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O Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) do Acre, por meio do Instituto de Criminalística, realizou na noite dessa quarta-feira (23), mais uma etapa das análises periciais relacionadas à morte da assessora jurídica Juliana Chaar Marçal, de 36 anos. O trabalho técnico ocorreu no cruzamento da Rua São Sebastião com a Rua Canindé, no bairro Isaura Parente, em Rio Branco — local onde a vítima foi atropelada e morta no dia 21 de junho.

De acordo com o perito Marcos Lourenço, as atividades fazem parte da fase final de elaboração do laudo. “Nós fizemos alguns levantamentos complementares para fechar o laudo e, em seguida, apresentar à autoridade solicitante”, explicou.

Entre os procedimentos, foi realizada uma análise de trajetória balística. “Identificamos os disparos que ocorreram no dia do crime e viemos complementar as informações já coletadas anteriormente”, acrescentou o perito.

A movimentação no caso ganhou força após a prisão do motorista acusado pelo atropelamento, Diego Luiz Góis Passos. Ele foi detido no dia 15 de julho, após permanecer foragido por quase um mês.

Depois da prisão de Diego, a caminhonete usada a caminhonete Toyota Hilux, de cor preta e placas NAB-4H35, utilizada no atropelamento que resultou na morte de Juliana Chaar Marçal, foi localizada pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron) durante uma ação no ramal do Brindeiro, em Rio Branco.

No local, os agentes encontraram a Hilux estacionada no terreno da residência e, durante a vistoria, descobriram uma pistola calibre 9mm, municiada, escondida entre o para-choque e o farol dianteiro.

Uma equipe do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) foi acionada para realizar a perícia no veículo. Após a conclusão dos procedimentos técnicos, a caminhonete foi apreendida, colocada em um caminhão-guincho e encaminhada para a Divisão Especializada em Investigações Criminais (DEIC), à disposição das autoridades para as investigações.
Por Davi Sahid

O Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) do Acre, por meio do Instituto de Criminalística, realizou na noite dessa quarta-feira (23), mais uma etapa das análises periciais relacionadas à morte da assessora jurídica Juliana Chaar Marçal, de 36 anos. O trabalho técnico ocorreu no cruzamento da Rua São Sebastião com a Rua Canindé, no bairro Isaura Parente, em Rio Branco — local onde a vítima foi atropelada e morta no dia 21 de junho.

De acordo com o perito Marcos Lourenço, as atividades fazem parte da fase final de elaboração do laudo. “Nós fizemos alguns levantamentos complementares para fechar o laudo e, em seguida, apresentar à autoridade solicitante”, explicou.

Entre os procedimentos, foi realizada uma análise de trajetória balística. “Identificamos os disparos que ocorreram no dia do crime e viemos complementar as informações já coletadas anteriormente”, acrescentou o perito.

A movimentação no caso ganhou força após a prisão do motorista acusado pelo atropelamento, Diego Luiz Góis Passos. Ele foi detido no dia 15 de julho, após permanecer foragido por quase um mês.

Depois da prisão de Diego, a caminhonete usada a caminhonete Toyota Hilux, de cor preta e placas NAB-4H35, utilizada no atropelamento que resultou na morte de Juliana Chaar Marçal, foi localizada pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron) durante uma ação no ramal do Brindeiro, em Rio Branco.

No local, os agentes encontraram a Hilux estacionada no terreno da residência e, durante a vistoria, descobriram uma pistola calibre 9mm, municiada, escondida entre o para-choque e o farol dianteiro.

Uma equipe do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) foi acionada para realizar a perícia no veículo. Após a conclusão dos procedimentos técnicos, a caminhonete foi apreendida, colocada em um caminhão-guincho e encaminhada para a Divisão Especializada em Investigações Criminais (DEIC), à disposição das autoridades para as investigações.

Por: AC24horas.
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