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Dois em cada dez hospitais erram a dosagem de antibióticos, diz estudo

Por Redação Juruá em Tempo.25 de agosto de 20252 Minutos de Leitura
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Dois em cada dez hospitais públicos e privados do Brasil erram a dosagem de antibióticos no tratamento de infecções em seus pacientes.

A informação foi divulgada nesta terça-feira em um estudo feito pela SBI, a Sociedade Brasileira de Infectologia, que ouviu 104 unidades hospitalares pelo país.

A pesquisa mostra ainda que cerca de 9 em cada 10 hospitais públicos e privados ajustam a dosagem de antibióticos de forma empírica; ou seja, por tentativa e erro.

A coordenadora do comitê de resistência antimicrobiana da SBI, Ana Gales explica que uma das consequências dessas condutas é a RAM, a resistência antimicrobiana, situação em que, por exemplo, bactérias se tornam imunes a antibióticos.

De acordo com o estudo, cada infecção por microrganismo multirresistente pode aumentar em até R$ 80 mil o custo de um paciente.

A Sociedade Brasileira de Infectologia destaca que a situação acontece para todos os antimicrobianos, não só para os antibióticos, que são específicos para bactérias.

Mas, ainda, para antivirais, antifúngicos e antiparasitários, usados no tratamento de parasitas intestinais, por exemplo, como a giárdia, que causa diarreia e dor de barriga.

Entre as causas da prescrição, ou seja, da indicação inadequada de antimicrobianos, a coordenadora da SBI, Ana Gales, destaca o atendimento que é feito de forma rápida, muitas vezes sem testagem.

Só para se ter uma ideia, no Brasil, estima-se que 48 mil pessoas morram, a cada ano, por infecções resistentes. Assim, podemos chegar a 1,2 milhão de mortes até 2050.

A pesquisa mostra ainda que nenhum dos 104 hospitais utiliza as orientações da Organização Mundial da Saúde para o uso racional de antibióticos.

E as instituições avaliadas não possuem procedimento de descarte nem de análise de resíduos hospitalares, o que cria, segundo a SBI, um problema ambiental.

Ainda mais quando antibióticos continuam sendo usados sem critério em animais, despejados em rios e prescritos sem explicação.

Para diminuir a resistência antimicrobiana de bactérias, vírus, fungos e parasitas é preciso controle, desde a prescrição, com a dosagem correta, até o descarte dos medicamentos, de acordo com a SBI.

Por: Agência Brasil.
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