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Pela primeira vez, humano recebe pulmão de porco com morte cerebral

Por Redação Juruá em Tempo.28 de agosto de 20252 Minutos de Leitura
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Cirurgiões chineses realizaram pela primeira vez um transplante de pulmão de porco geneticamente modificado em um ser humano com morte cerebral. O órgão permaneceu viável e funcional por nove dias, sem sinais de rejeição imediata ou infecção, segundo artigo publicado na revista Nature Medicine. O receptor foi um homem de 39 anos que sofreu morte cerebral após um quadro de hemorragia.

O estudo representa um marco no campo do xenotransplante, técnica que busca usar órgãos de animais para suprir a escassez global de órgãos humanos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, apenas 10% da demanda mundial por transplantes é atendida.

Os pesquisadores utilizaram um pulmão de porco da raça Bama Xiang, modificado com seis alterações genéticas para reduzir a rejeição imunológica. O órgão foi implantado como substituto do pulmão esquerdo do receptor. Durante o monitoramento de 216 horas, não houve rejeição hiperaguda, resposta imunológica que poderia destruir o enxerto em poucas horas. Ainda assim, o transplante apresentou complicações.

Vinte e quatro horas após a cirurgia, o pulmão começou a acumular líquido e mostrou sinais de lesão semelhantes à disfunção primária do enxerto.

Nos dias seguintes, mesmo com o uso de um regime forte de imunossupressores, o órgão foi atacado por anticorpos. Houve danos significativos, embora com recuperação parcial observada no nono dia.
A equipe responsável pelo estudo reconheceu os limites do procedimento. No artigo, os cientistas afirmam que ainda são necessários ajustes em imunossupressores, nas modificações genéticas dos porcos e em estratégias de preservação do órgão. O objetivo é testar a viabilidade de longo prazo em futuros ensaios.

O xenotransplante é uma área de pesquisa em expansão. Já foram feitos transplantes experimentais de coração, rins e fígado de porcos geneticamente modificados em receptores humanos, com resultados variados. Em alguns casos, órgãos de porco funcionaram por meses em pacientes vivos.
Enquanto novas técnicas avançam, pesquisadores também investigam alternativas, como o uso de células-tronco para remodelar órgãos humanos danificados ou o cultivo de órgãos humanizados em animais. Outra linha de estudo busca tornar utilizáveis pulmões humanos inicialmente descartados para transplante.

Por: R7.
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