Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Kassab diz que PSD definirá candidato até 15 de abril e não descarta ‘chapa puro sangue’
  • Lauana Prado reacende rumores de reconciliação ao comentar foto da ex-noiva: ‘Te amo’
  • Zé Felipe é flagrado em clima de intimidade com mulher misteriosa; saiba quem é
  • Saiba quem são os favoritos nas principais categorias do Grammy 2026
  • Atriz Catherine O’Hara, de ‘Esqueceram de Mim’, morre aos 71 anos
  • TCE vai investigar contrato de empresa de esposa de vice-prefeito de Mâncio Lima após polêmica sobre Carnaval
  • MPF Investiga destruição de construção irregular na Resex Chico Mendes
  • Foragido do FOC é recapturado pela DHPP após fuga por área de mata
  • Governo altera datas da ExpoAcre e da ExpoJuruá em 2026
  • Secretaria de Obras inaugura nova Sala da Ouvidoria em Cruzeiro do Sul, para atender a população com mais privacidade
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, janeiro 31
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»internacionais

Zelensky e líderes europeus tentam influenciar Trump antes de reunião com Putin

Por Redação Juruá em Tempo.13 de agosto de 20254 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, e vários líderes europeus conversarão com Donald Trump nesta quarta-feira (13), por videoconferência, para tentar convencer o presidente dos Estados Unidos a defender os interesses da Ucrânia durante o encontro de sexta-feira (15) com seu homólogo da Rússia, Vladimir Putin, no Alasca.

Os europeus, com os quais Trump também se comprometeu a conversar após a reunião com Putin, fazem todo o possível para evitar que o encontro tenha um resultado desfavorável para a Ucrânia, após três anos e meio de conflito.

O chefe de Governo da Alemanha, Friedrich Merz, convidou Trump e seu vice-presidente JD Vance para uma reunião com o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, além dos líderes da França, Reino Unido, Itália, Polônia e Finlândia.

Zelensky viajou a Berlim para participar das reuniões ao lado do governante alemão, indicou uma fonte do governo germânico.

Os encontros abordarão os meios para “exercer pressão sobre a Rússia, a preparação de possíveis negociações de paz” e as questões “relativas às reivindicações territoriais e às garantias de segurança”, segundo Berlim.

Na terça-feira, os líderes dos países da União Europeia (UE) – exceto a Hungria – insistiram na necessidade de que os ucranianos “decidam seu futuro”. Eles insistiram que negociações de grande porte só podem acontecer “no contexto de um cessar-fogo ou de uma redução das hostilidades”.

Por sua vez, Putin conversou nos últimos dias com vários chefes de Estado ou de Governo: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o chinês Xi Jinping, o indiano Narendra Modi e o norte-coreano Kim Jong Un.

Zelensky não foi convidado para a reunião de cúpula no Alasca. Antes de viajar a Berlim, ele pediu a seus aliados que trabalhem contra qualquer “engano” russo.

“Paz justa”

“É necessário pressionar a Rússia para conseguir uma paz justa. Devemos aprender com a experiência da Ucrânia e nossos parceiros para evitar o engano por parte da Rússia. Atualmente, não há indícios de que os russos estejam se preparando para acabar com a guerra”, afirmou Zelensky nas redes sociais.

Trump não revelou suas expectativas para a reunião com Putin, mas afirmou que pretendia “sondar o terreno” e considerou “muito respeitoso” que Putin viaje ao território americano.

A porta-voz de Trump, Karoline Leavitt, relativizou um pouco mais os objetivos da reunião, que chamou de um “exercício de escuta para o presidente”.

Ela afirmou que Trump espera sair do Alasca “com uma compreensão melhor de como podemos acabar com esta guerra”.

Durante a campanha eleitoral, Trump prometeu solucionar a guerra em “24 horas”. Desde seu retorno à Casa Branca, ele se aproximou de Putin, mas também o criticou por intensificar os bombardeios na Ucrânia nos últimos meses.

Na frente de batalha, as tropas russas efetuaram nesta quarta-feira uma nova onda de ataques contra a Ucrânia, mas reduziram a intensidade dos bombardeios desde o anúncio do encontro de cúpula no Alasca, na semana passada.

O Exército russo lançou pelo menos 49 drones e dois mísseis balísticos contra a Ucrânia entre a noite de terça-feira e a manhã de quarta-feira, informou a Força Aérea ucraniana. Os ataques deixaram pelo menos três mortos na região de Kherson, sul do país, segundo as autoridades.

Zelensky chamou na terça-feira a reunião entre Putin e Trump de uma “vitória pessoal” para o presidente russo e descartou uma retirada do leste da Ucrânia no âmbito de um possível acordo de paz.

A Rússia exige que a Ucrânia ceda quatro regiões parcialmente ocupadas (Donetsk, Lugansk, Zaporizhzhia e Kherson), além da Crimeia, anexada em 2014, e que o país renuncie ao fornecimento de armas ocidentais e desista do projeto de adesão à Otan.

As exigências são inaceitáveis para Kiev, que deseja a retirada das tropas russas de seu território e garantias de segurança ocidentais, incluindo a continuidade dos fornecimentos de armas e o envio de um contingente europeu, o que Moscou não aceita.

Por: AFP.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.