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Obama alerta para ‘crise sem precedentes’ nos Estados Unidos

Por Redação Juruá em Tempo.18 de setembro de 20254 Minutos de Leitura
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O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, alertou para uma “crise política nunca vista antes” após o assassinato de Charlie Kirk, ativista de direita pró-Donald Trump.

Em um evento na Pensilvânia na terça-feira (16/9), Obama disse que não conhecia Kirk e que discordava de muitas de suas opiniões — mas que seu assassinato era “horrível e uma tragédia”.

Ele criticou os comentários de Donald Trump em relação a seus oponentes políticos e citou presidentes republicanos anteriores que, segundo ele, enfatizaram a unidade nacional em momentos de alta tensão, segundo relatos da mídia americana.

Em resposta, a Casa Branca chamou Obama de “arquiteto da divisão política moderna”.

Kirk, 31, morreu com um único tiro enquanto discursava na Universidade Utah Valley, em Orem, em 10 de setembro.

Na terça-feira, Tyler Robinson, 22, foi formalmente acusado pelo assassinato de Kirk, crimes com armas e outras acusações. Os promotores disseram que buscariam a pena de morte.

O promotor do Condado de Utah, Jeffrey Gray, disse que Robinson havia enviado mensagens de texto que supostamente diziam que ele atirou em Kirk porque “estava farto de seu ódio”.

Antes da captura de Robinson, os principais aliados de Trump atribuíram a culpa pelo assassinato a ativistas de esquerda e à retórica de legisladores democratas e seus apoiadores.

A procuradora-geral Pam Bondi sugeriu que o governo reprimirá o “discurso de ódio” – embora não haja uma lei específica sobre discurso de ódio nos EUA. O vice-presidente J.D. Vance liderou os apelos para expor pessoas que celebraram, toleraram o assassinato de Kirk ou o criticaram após sua morte.

“Chamem a atenção deles, avisem o empregador deles”, disse Vance enquanto apresentava o podcast de Kirk.

Falando em Erie, Pensilvânia, Obama disse: “Acho que em momentos como este, quando as tensões estão altas, parte do trabalho do presidente é unir as pessoas.”

Ele pediu aos americanos que “respeitem o direito dos outros de dizerem coisas com as quais discordamos profundamente”.

Obama elogiou o governador de Utah, Spencer Cox, um republicano conservador que, segundo ele, demonstrou “que é possível discordarmos, respeitando um código básico de como devemos nos envolver no debate público”.

Ele também endossou a resposta do governador da Pensilvânia, Josh Shapiro, um democrata, cuja residência oficial foi alvo de um ataque com bombas incendiárias no início deste ano, no que a polícia chamou de ataque direcionado.

O ex-presidente contrastou essas reações com os comentários feitos por Trump e seus aliados.

Obama disse que não usou um tiroteio em massa de 2015, cometido por um supremacista branco em uma igreja negra na Carolina do Sul, para perseguir seus inimigos políticos e destacou que, após os ataques de 11 de setembro de 2001, o presidente George W. Bush “explicitamente se esforçou para dizer: ‘Não estamos em guerra contra o Islã’”.

“E então, quando ouço não apenas o nosso atual presidente, mas também seus assessores, que têm um histórico de chamar oponentes políticos de ‘vermes’, inimigos que precisam ser ‘alvos’, isso fala de um problema mais amplo que temos agora e algo com o qual todos nós teremos que lidar”, disse Obama à multidão, segundo relatos.
Em declaração à BBC, um porta-voz da Casa Branca rejeitou as alegações e acusou Obama de alimentar a divisão enquanto era presidente.

“Obama aproveitou todas as oportunidades para semear a divisão e colocar os americanos uns contra os outros”, disse o porta-voz.

“Sua divisão inspirou gerações de democratas a caluniar seus oponentes como ‘deploráveis’, ‘fascistas’ ou ‘nazistas’.”

Após deixar o cargo, os presidentes dos EUA geralmente tendem a moderar as críticas a seus sucessores. No entanto, nos últimos meses, Obama criticou duramente as ações de Trump contra universidades e juízes, e também criticou os líderes do Partido Democrata por não reagirem com mais firmeza às políticas da Casa Branca.

Por: g1.
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