Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Acre registra aumento de 4,4% no número de empregos formais em 12 meses
  • Agronegócio gera 131 novos empregos no Acre em maio de 2026, aponta CNM
  • Revista relembra médico do Acre que criou cirurgia usada no mundo todo
  • PGE abre processo seletivo para estágio em jornalismo e administração com bolsa de R$ 1,2 mil no Acre
  • Cidade no Acre abre seleção para estágio com 30 vagas e bolsa de R$ 400 para estudantes
  • MPAC recomenda afastamento de servidor por suspeita de assédio moral em hospital do Acre
  • Polícia Civil apreende R$ 14 mil, veículos e bloqueia contas em operação contra golpe na venda de carros
  • Zé Felipe se revolta com Vini Jr: “Toma no c*. Cumprimenta minha chibata”
  • Sete sinais de que sua vida financeira está desorganizada
  • iPhone dobrável pode chegar com poucas unidades e preço alto
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, julho 6
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Quadrilha usava toalha, peruca e até rosto pintado para desviar benefícios sociais

Por Redação Juruá em Tempo.22 de setembro de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Uma quadrilha desviou, por ao menos cinco anos, benefícios sociais ao conseguir burlar o sistema de segurança da Caixa Econômica Federal. De acordo com reportagem do programa Fantástico, da TV Globo, o esquema dependia diretamente da cooptação de funcionários do banco e de casas lotéricas.

O grupo, chefiado por Felipe Quaresma Couto, usava sofisticadas fraudes digitais, disfarces e pessoas vulneráveis para validar cadastros falsos e acessar o dinheiro de contas digitais de baixa renda.

De acordo com informações da polícia, o desvio de dinheiro era facilitado por uma “parceria do crime”. A quadrilha acessava as contas dos benefícios com a ajuda de funcionários da Caixa. A dimensão da corrupção é evidenciada pelo fato de que somente um desses funcionários recebeu mais de R$ 300 mil de propina.

No esquema, o funcionário apagava os dados dos beneficiários. Depois, criava um novo. O cadastro era reiniciado com outro e-mail, outro celular e um novo reconhecimento facial, mas mantendo o mesmo CPF, nome e data de nascimento da vítima. Desta forma, o dinheiro era desviado diretamente para os criminosos.

Para o reconhecimento facial, o grupo não se preocupava em alinhar fotos e nomes dos cadastros. O importante, para eles, era ser uma selfie bem tirada, bem clara e bem nítida. Como eles não podiam repetir a biometria, buscavam pessoas que nunca tinham passado pelo reconhecimento facial do banco.

A ideia era criar clientes falsos com dados verdadeiros roubados das vítimas. Eles conseguiam essas pessoas na rua. Felipe Quaresma e os comparsas também se disfarçavam, usando perucas louras, rostos pintados de preto e alterando o corte de cabelo para gerar novas fotos de validação.

A Caixa Econômica disse que participou das investigações, denunciou e afastou os funcionários envolvidos. Anderson Possa, vice-presidente de segurança, logística e operações da Caixa, afirmou que o banco está criando uma diretoria focada em prevenir e reprimir os crimes cibernéticos.

Felipe Quaresma Couto, cometia crimes desde 2020 e foi preso na última quinta-feira no bar onde trabalhava. As fotos de disfarce estavam nos celulares dele e de Cristiano Bloise de Carvalho, que também foi preso. Quatro outros integrantes estão foragidos.

Por: Isto É.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.