Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Justiça Eleitoral manda Mailza Assis retirar vídeo do Instagram por indícios de propaganda eleitoral antecipada
  • Corte da Itália manda refazer julgamento sobre extradição de Zambelli
  • Dr. Marlon Holanda conquista Título de Especialista em Endoscopia Digestiva, uma das mais altas certificações da área no Brasil
  • Prefeitura inicia votação para escolha do Rei e da Rainha do Festival da Farinha durante a Expoacre Juruá em Cruzeiro do Sul
  • Acre arrecada R$ 3,31 bilhões em impostos no 1° semestre de 2026
  • Homem é preso por abuso sexual contra jovem de 16 anos em Cruzeiro do Sul
  • Justiça ‘enterra’ ação da Operação Fake Bois e mantém absolvição de acusados
  • Polícia Civil prende homem suspeito de abusar de criança três anos em Rio Branco
  • Trabalho investigativo da Polícia Civil garante condenação de mais de 80 anos para autores de latrocínio em Senador Guiomard
  • Polícia Civil conclui Operação Fronteiras com prisão, autuações e envio de 17 inquéritos à Justiça
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, julho 2
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Beira-Mar, preso há 20 anos, segue como chefe do Comando Vermelho

Por Redação Juruá em Tempo.20 de outubro de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O histórico prisional de Luiz Fernando Moraes da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, nas penitenciárias federais aponta que o criminoso continua chefiando a facção Comando Vermelho, mesmo preso nesse sistema há quase 20 anos. Esse documento, produzido pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), com atualização anual, destaca que ele exerce influência negativa sobre os detentos, manipulando-os através de ajuda financeira, advocatícia e de saúde.

Beira-Mar foi o primeiro detento do sistema penal federal: inaugurou a unidade de Catanduvas, no Paraná, em 2006, onde ficou sozinho por cerca de quatro meses até a chegada de presos de Pernambuco, Minas Gerais e Rondônia. No seu histórico prisional, uma informação de 2018, produzida pela inteligência da Senappen, garantia que, de 2014 a 2016, época em que esteve na penitenciária de Porto Velho, em Rondônia, ele continuava “cometendo crimes, burlando as rígidas regras de segurança das unidades federais” e utilizava “parentes, inclusive advogados, para dar continuidade a suas atividades criminosas”.

Trecho de histórico prisional de Fernandinho Beira-Mar no sistema penal federal. Documento foi assinado por comissão técnica da Senappen em fevereiro de 2024 — Foto: Reprodução/ Senappen
Trecho de histórico prisional de Fernandinho Beira-Mar no sistema penal federal. Documento foi assinado por comissão técnica da Senappen em fevereiro de 2024 — Foto: Reprodução/ Senappen

Nos anos seguintes, essa conduta se manteve, mesmo com aumento na rigidez do sistema, que, em 2019, tornou o isolamento mais severo e ampliou o controle sobre as comunicações. O documento sinaliza que, em 2022, Beira-Mar continuava “custeando despesas advocatícias para outros presos da Penitenciária Federal de Campo Grande (onde estava naquele momento), especialmente seus aliados da facção Comando Vermelho”, e articulava “negócios extramuros, com a ajuda de visitantes, advogados e outros presos”. Uma atualização em 2023 afirma que ele ainda exercia “liderança negativa perante os presos com quem convive” e apresentava “desgaste psicológico, devido ao longo período” no sistema.

Trecho de histórico prisional de Fernandinho Beira-Mar no sistema penal federal. Documento foi assinado por comissão técnica da Senappen em fevereiro de 2024 — Foto: Reprodução/ Senappen
Trecho de histórico prisional de Fernandinho Beira-Mar no sistema penal federal. Documento foi assinado por comissão técnica da Senappen em fevereiro de 2024 — Foto: Reprodução/ Senappen

Sem comunicação

Em nota, a Senappen afirmou que “não há qualquer comunicação que não seja monitorada dentro de uma penitenciária federal, todas mediante autorização judicial, sendo as interações acompanhadas em tempo real por policiais penais federais, que atuam com elevado padrão técnico e estrito cumprimento da Lei de Execução Penal”.

Por: O Globo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.