Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Caminhão cai em ribanceira e bloqueia tráfego entre Sena Madureira e Manoel Urbano
  • Otorrino explica por que devemos limpar fones de ouvido com frequência
  • Quando o cuidado vira gesto: no Acre, cabeleireiro oferece cortes gratuitos a mulheres com câncer
  • Acre tem mais de 300 vagas abertas no Fies para o primeiro semestre de 2026
  • Mulher é indiciada por matar idoso com golpes de canivete em praia no interior do Acre
  • Monitora agride aluna e diz que estava apenas ‘repreendendo-a’
  • Na barbearia, policial militar reage a assalto a Porsche e suspeito morre; veja vídeo
  • Giovanna Lancellotti diz que sugeriu colega após recusar convite para o BBB26
  • William Bonner visita estúdio do ‘Globo Repórter’ após saída do ‘Jornal Nacional’
  • Atriz ex-SBT chora ao falar de tratamento de câncer: ‘Sou privilegiada’
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, fevereiro 4
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque

Gladson Camelí critica Eduardo Bolsonaro e diz que a direita não pode ser comandada por uma única família

Por Redação Juruá em Tempo.18 de outubro de 20253 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Durante entrevista ao Em Cena, o podcast do ContilNet, nesta terça-feira (14), o governador do Acre, Gladson Cameli (Progressistas), falou abertamente sobre as eleições presidenciais de 2026 e revelou seu apoio ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como o principal nome da direita para a disputa.

Gladson também criticou o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e a ideia de que apenas uma família deva comandar a direita no país.

“Aí eu vou falar por mim, tá? E como eu sou muito autêntico, eu não vou deixar de… porque é do lado da direita, eu vou ficar calado. Primeiro que o Eduardo [Bolsonaro] tem que saber o que é que ele quer da vida — se quer morar nos Estados Unidos ou quer ser deputado federal — e parar de estar dando pitaco aqui nessa direita”, disse.

O governador acreano afirmou que Tarcísio de Freitas se consolidou como uma grande liderança nacional e que está preparado para representar o campo conservador nas eleições presidenciais.

“O Tarcísio hoje é um homem que se consolidou como uma grande liderança, governa o maior estado da federação brasileira, que é São Paulo. Eu o conheço, sei da sua qualidade, da sua determinação, e está aí com o cavalo selado pra montar, pra ser candidato”, destacou.

Gladson critica Eduardo Bolsonaro, diz que a direita não pode ser comandada por uma única família e reforça apoio a Tarcísio/Foto: Reprodução

Gladson defendeu que a direita precisa se unir em torno de um nome que possa representar o campo político de forma ampla e moderada, sem personalismos nem radicalismos.

“Se o presidente Bolsonaro não pode ser candidato, perfeito. Temos outros nomes, como o governador de Goiás, o Caiado, e outros. O que eu não gosto é dessa ideia de que o país tem que ser governado por uma única família. Eu acho que chega dessa discussão do extremismo. Está na hora de pacificar o país, está na hora de realmente a direita ter um candidato, e eu defendo o nome do Tarcísio”, afirmou.

O governador também ressaltou que o paulista conhece a realidade amazônica, lembrando obras executadas por Tarcísio quando foi ministro da Infraestrutura no governo Bolsonaro, como o aeródromo de Assis Brasil e a ponte sobre o Rio Abunã.

“O Tarcísio conhece o Acre. Ele foi quem fez o aeródromo de Assis Brasil, a ponte sobre o Abunã. Ele conhece a realidade do homem amazônida, a realidade do interior do país. Ele governa o maior estado da federação, e eu vou subestimá-lo, um candidato desse? Não. Eu disse pra ele: venha, se coloque à disposição. Naturalmente, está caindo no colo dele, só não vê quem não quer”, completou.

Gladson finalizou criticando o radicalismo político e defendendo a moderação e o diálogo entre os poderes.

“Quem quiser achar ruim que ache. Eu sou sensato, não gosto de extremismo, não gosto de radicalismo. Nós precisamos acalmar os ânimos, acabar com essa guerra de disputa entre os poderes. Quem está perdendo é a população. O povo não aguenta mais esperar. Eu não sou extremista, sou focado na administração e quero chegar no ano que vem com um discurso pronto para a sociedade”, concluiu.

Por: Contilnet.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.