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Família doa órgãos de caminhoneiro morto após tentar recuperar bicicleta roubada no AC: ‘Ele amava viver’

Por Redação Juruá em Tempo.29 de novembro de 20253 Minutos de Leitura
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A família do caminhoneiro Smayle Maciel de Abreu, de 39 anos, que morreu na última quarta-feira (26) após uma semana internado, decidiu doar os órgãos da vítima. A viúva Lorrana Mello contou que foram doados os dois rins e o fígado, que devem ajudar três pessoas.

👉Contexto: Smayle foi baleado na cabeça enquanto tentava recuperar uma bicicleta roubada no último dia 18. Por volta de 16h20 do mesmo dia, moradores acionaram a polícia e o Samu após ouvirem o disparo. A informação repassada à família, ainda de forma fragmentada, é que ele teria sido atingido na nuca enquanto estava dentro do carro e que, mesmo ferido, tentou dirigir para escapar.

Muito emocionada, Lorrana afirmou que o marido amava ajudar as pessoas. Ela descreveu o marido como um homem alegre e que sempre estava disposto a ajudar.

“Ele sempre falava que nunca queria morrer, sempre queria ficar vivendo […] ele falava que amava viver, amava a família. Quando tinha uma carreta parada na estrada, ele parava para ajudar e respeitava todo mundo”, declarou Lorrana.

A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) confirmou que os órgãos irão ajudar três pessoas diferentes e que os transplantes já estão em andamento desde às 5h desta sexta-feira (28).

Por conta da doação, o velório ocorre nesta sexta com enterro às 16h30 no cemitério São Francisco, em Rio Branco.

Smayle e Lorrana estavam juntos há cerca de 16 anos, têm um casal de filhos e ela está grávida de três meses. O caminhoneiro deixou Santa Catarina para voltar ao Acre e cuidar do pai, que estava doente.

Lorrana Mello, esposa de Smayle, contou que foram doados os dois rins e o fígado do marido — Foto: Arquivo pessoal

‘Intenção era ligar para a polícia’

Lorrana contou, dois dias após o crime, que tudo começou de maneira simples, quase banal. A bicicleta, montada por ele peça por peça, nem deveria ser vendida de verdade.

No domingo (16), enquanto estavam em casa, um rapaz entrou em contato oferecendo comprar o veículo e ainda pagar R$ 50 a mais pela entrega em um posto de gasolina na região do Estádio Arena da Floresta, no Segundo Distrito da cidade.

Durante as negociações naquele dia, o adolescente sumiu pelas ruas laterais próximas ao estádio. Smayle então publicou o relato do golpe em um grupo de ciclismo em que participava, e foi ali que surgiu a primeira pista do paradeiro do garoto.

 

No dia 18, ele foi até o local indicado, no bairro Santo Inês, por volta de 12h50 e ficou esperando por horas dentro do carro, segundo a esposa.

Ela acredita que o caminhoneiro imaginava que o adolescente sairia pedalando a bicicleta roubada e, então chamaria a polícia, como havia prometido em áudio em conversas anteriores com o pai dele.

“Ele jamais imaginou maldade. Se ele visse perigo, você acha que ele iria desarmado, sozinho, em um lugar onde não é de se andar? Ele não saiu de dentro do carro. A intenção dele era ligar para a polícia”, destacou.
O tiro atravessou a cabeça e ficou alojado no rosto. Smayle estava em coma induzido, respirando por aparelhos, com o cérebro inchado e sem possibilidade de cirurgia pela posição do projétil.

“Eu fico indignada com o que falam por aí. Meu marido vivia na estrada, só vinha sábado e domingo para casa. Sustentava a família. Se ele fosse faccionado, você acha que estaria lá sozinho esperando o menino? […] sou esposa dele, conheço ele há muito tempo, acha que é fácil a gente escutar uma notícia dessa de que era faccionado?”, lamentou.

Por: g1.
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