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Gari agredido com tijolada vai passar por cirurgia para colocar pinos no rosto

Por Redação Juruá em Tempo.16 de novembro de 20253 Minutos de Leitura
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O gari Francisco Ferreira da Silva, de 47 anos, atingido no rosto por um tijolo arremessado por um morador enquanto fazia a coleta de lixo, vai passar por uma cirurgia de osteossíntese para colocar dois pinos e fixar a estrutura óssea do rosto que foi danificada.

Ao g1, o homem, que trabalha com a coleta de resíduos há 14 anos em Rio Branco, disse que no momento da ocorrência o morador estava transtornado e exigia que ele recolhesse uma garrafa pet que havia sobrado em frente à sua casa. A reportagem não conseguiu contato com o morador.

A vitima afirmou que o morador ligou para se desculpar mas não prestou assistência financeira.

“Ele [o morador] já chegou ofendendo, o menor nome que chamou foi de vagabundo. Eu já aperreado com ele gritando, disse que não ia juntar, pois ele estava falando muita besteira e saí. Quando virei a cara ele jogou o tijolo a uns 8 metros de distância de mim”, relembrou.

O trabalhador, que estava junto com outro coletor e o motorista do caminhão, foi socorrido pelos colegas e levado ao Pronto-Socorro de Rio Branco por um técnico de segurança da empresa.

“O tijolo pegou primeiro nas minhas costas, quase no ombro e cortou, e depois pegou na minha cara quebrando um osso. Se tivesse pegado direto no rosto tinha quebrado tudo. Ele estava tão transtornado que se tivesse com uma arma, tinha atirado na gente”, afirmou.

Celular danificado

Após a agressão, os colegas lavaram o rosto de Francisco com água, o que acabou molhando sua roupa e telefone celular, que acabou danificado. Além das marcas físicas, esse foi outro prejuízo constado pela vítima.

“Queria que ele tivesse arrumado meu celular, ou então pagasse o celular novo que precisei comprar. Já não basta eu ter que ficar sem meu vale alimentação, pois recebemos por dia trabalhado e o médico falou que terei atestado de 60 dias”, contou.

Por conta do machucado, a vitima só pode se alimentar de comida pastosa. Mesmo assim, Francisco falou que não sente raiva do agressor, mas reforçou que o caso também abalou toda sua família.

“Eu não tenho coragem de fazer mal para ninguém, nunca bati em ninguém e nunca tinha apanhado” lamentou.

Paralisação

Nessa sexta (14), os trabalhadores da coleta de lixo paralisou as atividades durante algumas horas para cobrar justiça pelo colega. A Empresa Limpebras, responsável pela coleta, confirmou que foi registrada uma notícia crime, já que a vítima está internada no hospital e não pode registrar um boletim de ocorrência no momento.

A Prefeitura de Rio Branco divulgou uma nota de repúdio contra a situação. Na divulgação, a gestão municipal destaca que o servidor ‘desempenhava suas atividades de acordo com as orientações padrão em relação ao descarte irregular de lixo’.

Em um vídeo gravado no hospital, Francisco aparece com curativos, o olho bastante inchado e a blusa suja de sangue. “Olha aí a minha situação, estou todo sujo de sangue. Quebrou um osso meu”, relatou o trabalhador.

Por: g1.
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