Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Maiara assume namoro com cantor sertanejo: ‘Mulher apaixonada’
  • ‘Qual seu talento, recruta?’: jovem do Exército viraliza ao imitar galo
  • Menina de 9 anos levanta quase 82 kg e viraliza nas redes sociais; veja vídeo
  • ‘Golpe da ajuda’: criminoso furta R$ 900 de idoso em caixa eletrônico
  • Mulher é atacada após desabafar sobre as funções de uma diarista
  • Inconformado com término, homem é preso por perseguir ex
  • Virginia planejava levar os filhos para a Copa, mas Zé Felipe diz “não”
  • Ronan Souza quebra o silêncio e nega ser o pivô de briga entre Pocah e Rebecca
  • Mototaxista desvia caminho e estupra adolescente de 13 anos no AM
  • Desmatamento no AM equivale a 1.100 campos e gera multas milionárias
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, abril 1
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Política

‘Quero fazer parte do time, não preciso ser protagonista’, diz Tarcísio sobre 2026

Por Redação Juruá em Tempo.26 de novembro de 20254 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira (26) que “não precisa ser protagonista” quando questionado sobre candidaturas de direita para o governo federal em 2026, citou outros governadores como bons exemplos de gestão e que “na hora certa” haverá a definição de quem vai liderar esse projeto.

Indagado se não deseja estender o trabalho que tem feito em São Paulo para o resto do país, Tarcísio disse que “cada um tem um papel” e disse ter uma “missão” no estado, mas que quer “contribuir” no plano federal, sem detalhar como, e ainda criticou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

— Eu quero fazer parte do time, não importa a posição que eu vou jogar. Isso é o mais importante. Eu não preciso necessariamente ser um protagonista. Eu quero ajudar, contribuir, porque se a gente não contribui, aí a gente vai ter uma frustração. A grande pergunta é: o que eu quero deixar para as gerações que vão vir? O que eu quero deixar para os meus filhos, para os meus netos? Eu não quero deixar esse país que está aí, esse país do PT. E eu acho que ninguém quer. (…) Às vezes o papel é ajudando aqui em São Paulo, ou em outra função, não tem problema — falou durante evento UBS WM Latin America Summit.

Dirigindo-se a uma plateia repleta de empresários, Tarcísio disse que as pessoas estão muito “ansiosas” e que ainda há tempo para definir os caminhos da direita nas eleições de 2026. O mandatário disse ter “muito respeito pela liderança” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e que ele terá um “papel fundamental” nesse arranjo.

— Então, não tenham ansiedade porque na hora certa, e essa hora certa não precisa ser necessariamente agora, o pessoal não insiste nisso. Ah, é dezembro. Não, não é. Pode ser janeiro, pode ser fevereiro, pode ser março. Não tem problema e vai dar tempo. A gente precisa do projeto vitorioso e a sociedade vai entender, vai puxar esse caminho qualquer. Porque, de certa forma, está todo mundo entendendo que o que está aí não está legal — acrescentou.

Tarcísio citou aliados como os governadores Ronaldo Caiado (União), de Goiás, de Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, de Ratinho Júnior (PSD), do Paraná, e Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul, e Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina, como “uma safra boa aí que está conseguindo fazer o dever de casa”.

Tarcísio ainda criticou indiretamente a política fiscal do atual governo, elogiou o ex-ministro da Economia Paulo Guedes e afirmou que “matemática e ideologia são duas coisas que não se misturam” e que o país vai “enfrentar o problema das contas logo ali na frente”.

— E aí, vai ter pulso para fazer as reformas e vai se colocar contra a base ou vai deixar o Brasil quebrar ou vai mergulhar numa recessão? Porque não tem alternativa, só tem essas duas alternativas. E aí o brasileiro vai perceber isso. E aí vai ver que tem um projeto muito mais legal aqui e é esse o projeto que eu vou embarcar — disse o governador.

Tarcísio ainda referiu-se à anistia aos condenados pela tentativa de golpe de Estado como um “remédio político que foi usado diversas vezes no Brasil, em diversas situações” e que o Congresso Nacional precisa de uma “ferramenta de pacificação”.

— A Constituição de 88 é fruto de uma anistia. Se não tivesse tido a anistia, não tinha a Constituição de 88. A emenda constitucional que convocou a Constituição de 88 falava de anistia.E eu entendo que o Congresso tem que entender qual vai ser a ferramenta pra pacificação. Eu acho que a gente precisa de ferramentas pra pacificação. Então vamos tentar usar tudo que está a nosso dispor, todo o nosso arsenal ferramental político pra que dentro da política a gente construa um caminho pra baixar a temperatura e para que a gente possa gastar energia com aquilo que é importante pro país — falou.

Por: O Globo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.