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Home»Política

Reunião do PL após prisão de Bolsonaro escancara mal-estar entre Michelle e Flávio

Por Por Richard Silva - [email protected]25 de novembro de 2025Updated:25 de novembro de 20252 Minutos de Leitura
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A definição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como porta-voz do pai após a prisão preventiva gerou um mal-estar entre integrantes da família, segundo relataram aliados que participaram da reunião realizada na tarde de ontem na sede do PL em Brasília. Além de Flávio, participaram do encontro a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, e os outros filhos políticos, o ex-vereador do Rio Carlos Bolsonaro e o vereador de Balneário Camboriú (SC) Jair Renan.

Embora não tenha ocorrido embate direto com Flávio, Michelle teria se queixado a algumas pessoas pelo fato de não ter sido consultada pelo primogênito de Bolsonaro, já que até então ela havia sido a única pessoa da família a estar com o ex-mandatário. Participantes do encontro afirmam que a ex-primeira-dama teve ao menos duas crises de choro enquanto falava com os correligionários.

Apesar do incômodo com Flávio, Michelle mostrou que hoje mantém boa relação com Carlos, de quem já foi desafeta e já declarou “não ser obrigada a conviver” com ele. Foi o filho 02 quem amparou Michelle durante uma das suas crises de choro e disse aos presentes que “não sabe de onde ela tira tanta força”.

Carlos, segundo os presentes, também fez outro movimento de pacificação considerado inusitado pelos bolsonaristas: ele fez questão de elogiar o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), apresentado como uma “voz consistente” na defesa do pai. O deputado mineiro vinha sendo criticado por Eduardo Bolsonaro (PL-SP), justamente por não tomar as rédeas da defesa do ex-presidente, e já teve atritos anteriores com Carlos.

A reunião também teve momentos de tensão: Michelle deu uma bronca no deputado Gilvan da Federal (PL-ES) por ter criticado a ida de senadores ao Complexo da Papuda. Segundo participantes, Michelle reclamou do comportamento do deputado em fazer críticas públicas a companheiros da oposição. O parlamentar reclamou que a vistoria dos senadores seria uma aceitação da prisão do ex-presidente.

  • Com informações de Gabriel Sabóia e Luísa Marzullo, dO Globo, em Brasília.
Por: Richard Silva, dO Juruá em Tempo.
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