Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Rio Juruá se aproxima da cota de transbordamento em Cruzeiro do Sul
  • Caminhões com gado e pacientes com prioridade passam na BR-364 interditada
  • Eleitores têm até 6 de maio para atualizar dados antes das eleições de 2026
  • Casos de dengue caem mais de 60% no Acre nas primeiras semanas de 2026
  • Ação da Polícia Civil do Acre investiga suposta ameaça de atentado contra escola
  • Família faz vaquinha para tratamento de menino com condição médica rara
  • Suspeito é preso por abusar de criança autista; avó foi vítima de assédio
  • Bebedeira e ciúmes terminam com homem ferido após golpe de perna-manca na cabeça
  • Homem é atropelado ao tentar atravessar rodovia; motorista fugiu do local
  • Ação do BOPE prende suspeito por tráfico em bairro de Rio Branco
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, fevereiro 23
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Secas na Amazônia deixam 436 mil alunos sem aulas

Por Redação Juruá em Tempo.25 de novembro de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostram que, em 2024, 436 mil estudantes ficaram sem aulas na Amazônia devido a eventos climáticos, principalmente secas. O problema afetou a locomoção de alunos, danificou motores de embarcações usadas no transporte escolar, interrompeu atividades e isolou comunidades. A seca também comprometeu o abastecimento de água e serviços essenciais.

Segundo o Unicef, mais de 1.700 escolas e 760 unidades de saúde na região amazônica foram fechadas ou se tornaram inacessíveis por causa do baixo nível dos rios.

O impacto das mudanças climáticas na infância foi tema de debates paralelos à COP 30, encerrada em Belém no último sábado (22). Crianças e adolescentes participaram de ações simbólicas pedindo mais proteção ambiental e políticas voltadas à infância.

A seca também afetou outras áreas: provocou falta de água potável, prejudicou a agricultura e dificultou a navegação — essencial para transporte e escoamento de produtos. Durante o verão amazônico, as ondas de calor intensas agravam o cenário: muitas escolas têm ventilação insuficiente e não são climatizadas, prejudicando o ensino e a aprendizagem.

O estudo “Aprendizagem Interrompida: Panorama Global das Interrupções Escolares Relacionadas ao Clima em 2024”, do Unicef, aponta que 242 milhões de crianças e adolescentes no mundo tiveram aulas interrompidas por emergências climáticas em 2024.

Outros dados do levantamento no Brasil:

• 1,17 milhão de estudantes ficaram sem aulas por eventos climáticos em 2024;

• a média de dias letivos perdidos dobrou: de 5 em 2023 para 10 em 2024;

• 77% das escolas não têm plano de emergência;

• 90% nunca fizeram simulações de risco;

• 57,6% dos alunos do ensino médio estudam em áreas com baixa resiliência a enchentes;

• 8 milhões de estudantes frequentam escolas vulneráveis à seca.

Por: AC24horas.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.