Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Morador de Sena Madureira relata espera de quase 10 anos por cirurgia no joelho
  • Violência contra a mulher dispara no Acre e maioria das denúncias parte das vítimas
  • El Niño faz Acre entrar em alerta para seca extrema, queimadas e rios em níveis críticos
  • Em Cruzeiro do Sul, homem não aceita separação e ameaça ex com “castigo de facção”
  • Briga com pá entre homem e mulher assusta comerciantes no interior do Acre; veja vídeo
  • Vice-prefeito de Assis Brasil, Reginaldo Martins morre aos 61 anos após complicações de infarto
  • Senac Acre abre mil vagas para cursos gratuitos online em áreas como gestão, marketing e RH
  • Fim de semana no Acre terá noites frias, tempo firme e temperaturas de até 15ºC
  • Casal é preso no Acre após exigir dinheiro para devolver moto furtada e ameaçar vítima
  • Mais de 80 mil acreanos já entregaram declaração do Imposto de Renda 2026; prazo termina em 30 de maio
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, maio 22
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque

Vítimas de suposto golpe envolvendo empresária e militar no Acre começam a desistir das denúncias

Por Redação Juruá em Tempo.28 de novembro de 20253 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A Polícia Civil segue apurando um possível esquema de golpe financeiro que teria sido conduzido por uma empresária proprietária de uma academia em Cruzeiro do Sul e seu marido, que é militar. O caso, que mobilizou diversas vítimas desde o início das denúncias, enfrenta agora um cenário inesperado: desistências e acordos informais, que têm reduzido o número de representações ativas.

As denúncias registradas na delegacia apontam que os valores entregues ao casal variam de pequenas quantias a cifras que ultrapassam centenas de milhares de reais. Há relatos de que o dinheiro teria sido destinado a supostos investimentos com lucro rápido, além de empréstimos não quitados. Em alguns casos, as vítimas afirmam ter sido atraídas por uma suposta “plataforma de investimentos”; em outros, tratava-se de pedidos de empréstimos que nunca foram pagos.

O delegado Lidomar Ventura destacou ao ContilNet que o caso exige uma análise detalhada, já que os relatos não seguem um padrão único. Há boletins de ocorrência que tratam de empréstimos comuns e outros que mencionam uma possível pirâmide financeira, o que amplia o escopo da apuração.

“Essas pessoas estão sendo chamadas a apresentar documentos e comprovantes dessas movimentações. A grande maioria fez apenas acordos verbais, o que dificulta ainda mais entender como tudo era negociado”, afirmou o delegado.

A próxima etapa é aprofundar as investigações financeiras, a fim de verificar como as operações eram realizadas e se há elementos que caracterizem o crime de estelionato.

Um ponto que chama atenção é que a empresária investigada ainda não foi ouvida. Segundo o delegado, ela apresentou recomendação médica indicando que não está emocionalmente apta a prestar depoimento no momento.

“Temos que ouvir a pessoa quando ela estiver em condições emocionais de responder”, explicou Ventura.

Outro fato que tem influenciado o andamento das investigações é o crescente número de pessoas que estão retornando à delegacia para desistir da representação. Conforme a legislação, o crime de estelionato depende de representação da vítima para prosseguir, e cada desistência reduz o volume de denúncias.

Até agora, pelo menos três pessoas retiraram as queixas. “No início, tivemos cerca de 11 registros. Depois surgiram mais três vítimas, mas com as desistências acabamos retornando ao mesmo número inicial”, relatou o delegado.

Algumas vítimas afirmaram aos investigadores que chegaram a fazer acordos diretamente com a acusada.

Apesar de alguns relatos mencionarem uma possível pirâmide financeira ou plataforma de investimentos, o delegado afirma que não há comprovação da existência desse sistema.

“Fala-se em plataforma de investimento. Oficialmente, essa pirâmide não existe. Estamos investigando a origem dessa informação”, disse.

As investigações continuam individualmente, caso a caso, para verificar se houve conduta que configure estelionato. Caso sejam identificados elementos suficientes, a empresária poderá ser indicada formalmente.

Enquanto isso, as desistências, os acordos informais e a ausência de depoimento da principal investigada mantêm o caso cercado de dúvidas, e longe de uma conclusão definitiva.

Por: Contilnet.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.