Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Cruzeiro do Sul reforça importância da vacinação contra meningite e garante abastecimento em todas as unidades de saúde
  • Gonzaga destaca negócios feitos entre Acre e Peru durante evento no RJ e comemora vinda de investidores ao estado
  • Adolescentes são apreendidos com arma de plástico se preparando para assalto em Cruzeiro do Sul
  • Mulheres em situação de violência no Acre ainda podem fazer inscrição para CNH Social
  • Corridas de cavalos com apostas ilegais e suspeita de maus-tratos no Acre viram alvo de investigação
  • Outdoor de Nikolas Ferreira é vandalizado em Cruzeiro do Sul: “chupetinha”
  • Jovem desaparece após barco bater em tronco e naufragar em rio no Acre; buscas entram no 3º dia
  • Foragidos por tráfico e sequestro são presos durante abordagens em rodovias do Acre
  • Mais de 68 mil crianças de até 6 anos recebem adicional de R$ 150 do Bolsa Família no Acre em maio
  • Kamai é notificado pelo TRE, chama Márcio Bittar de “covarde” e recusa debate com filho de senador: “Meu papo é com ele”
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
terça-feira, maio 19
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Geral

Inflação é a menor para novembro desde 2018 e recua para 4,46% em 12 meses

Por Redação Juruá em Tempo.10 de dezembro de 20254 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O Índice de Preços ao Consumido Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, ficou em 0,18% em novembro, ante 0,09% em outubro. Apesar da aceleração, foi o menor para um mês de novembro desde 2018 (-0,21%).

Com o resultado, a inflação acumula alta de 3,92%. Em 12 meses, o IPCA ficou em 4,46%, abaixo dos 4,68% dos 12 meses imediatamente anteriores.

É a primeira vez desde setembro de 2024 (4,42%) que o IPCA em 12 meses volta a ficar abaixo do teto da meta contínua. O centro da meta oficial para a inflação é de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

O resultado também veio um pouco melhor que o esperado. Pesquisa da Reuters apontou que a expectativa de analistas era de alta de 0,20% em novembro, acumulando em 12 meses alta de 4,49%.

A principal pressão em novembro veio da alta do item passagem aérea (11,9%) e da energia elétrica residencial (1,27%). Já a hospedagem registrou avanço de 4,09% diante da alta de cerca de 178% desse serviço registrada em Belém por conta da realização da COP30. Veja aqui o detalhamento.

Alimentos voltam a registrar deflação

Cinco dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram aumento de preços. Despesas pessoais (0,77%) e Habitação (0,52%) apresentaram as maiores variações e o maior impacto, seguidos de Vestuário (0,49%), Transportes (0,22%) e Educação (0,01%). Os demais grupos ficaram no campo negativo: Artigos de residência (-1,00%), Comunicação (-0,20%), Saúde e cuidados pessoais (-0,04%) e Alimentação e bebidas (-0,01%).

Os alimentos voltaram a registrar deflação em novembro, com a alimentação no domicílio (-0,20%) caindo pelo sexto mês consecutivo. Destacam-se as quedas dos subitens tomate (-10,38%), leite longa vida (-4,98%) e arroz (-2,86%). No lado das altas, ficaram mais caros óleo de soja (2,95%) e as carnes (1,05%).

A inflação de serviços acelerou de 0,41% em outubro para 0,60% em novembro. Já o índice de difusão, que mede o percentual de subitens que tiveram alta no mês, subiu para 56%, ante 52% no mês anterior.  Já o índice para os alimentícios saiu de 49% em outubro para 64% em novembro.

“Mesmo com este percentual maior de variações positivas nos alimentos, dado os pesos e a magnitude das quedas registradas em alguns subitens, o grupo Alimentação e bebidas encerrou novembro com variação negativa de 0,01%”, afirmou Fernando Gonçalves, gerente do IPCA.

E a Selic cai quando?

Apesar da desaceleração da inflação, o mercado precifica o início da queda da taxa de juros ocorrerá somente em março. Dados do boletim Focus divulgado nesta semana pelo BC com coleta de informações de mais de 100 instituições financeiras mostrou que o mercado passou a apostar que o corte na Selic só virá na segunda reunião do ano que vem do Copom.

O presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou recentemente que a autoridade monetária vai colocar os juros no nível necessário pelo tempo necessário para que a inflação convirja para a meta, e que deve perseguir o centro do objetivo, não o teto.

Pablo Spyer, conselheiro da Ancord, destaca que a inflação ainda mostra resistência nos núcleos, o deve manter o Banco Central cauteloso. “Entendemos que o início do ciclo de cortes de juros dependerá de sinais mais claros de desaceleração dos serviços e dos administrados”, afirma.

“O BC desde Campos Neto terceirizou para o Focus a condução da política monetária, ou seja, o Copom vai jogar com o manual do Sistema de Metas de Inflação debaixo do braço e simplesmente não vai cortar a taxa enquanto as projeções não entrarem de maneira clara dentro da meta”, avalia o economista André Perfeito.

INPC fica em 4,18% em 12 meses

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para o cálculo do reajuste do salário mínimo e aposentadorias do INSS, registrou alta de 0,03% em novembro. No ano, o acumulado é de 3,68% e, nos últimos 12 meses, de 4,18%, abaixo dos 4,49% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Por: redação O Juruá em Tempo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.

Vá para versão mobile