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Acre mantém alerta para SRAG com aumento de casos impulsionado pela influenza A, aponta Fiocruz

Por Assessoria. 30/01/2026 08:45 Atualizado em 30/01/2026 08:45
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O Acre permanece em situação de risco para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), conforme aponta o mais recente Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (29) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Enquanto o cenário nacional indica estabilidade e queda nos registros, o estado segue na contramão, com tendência de crescimento dos casos nas últimas semanas.

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A análise tem como base a Semana Epidemiológica 3, referente ao período de 18 a 24 de janeiro. O levantamento mostra que Acre, Amazonas e Roraima apresentam níveis de incidência classificados como risco ou alto risco nas duas últimas semanas, além de crescimento sustentado quando observada a tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas.

No Acre, o avanço da SRAG está relacionado principalmente à circulação do vírus influenza A, que tem afetado sobretudo jovens, adultos e idosos. Paralelamente, o vírus sincicial respiratório (VSR) continua sendo um dos principais responsáveis por casos graves entre crianças pequenas.

De acordo com a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e responsável pelo InfoGripe, o cenário exige atenção redobrada da rede de saúde, especialmente em estados da Região Norte. Segundo ela, a combinação da influenza A com o impacto persistente do VSR reforça a necessidade de monitoramento contínuo e resposta rápida dos serviços de saúde.

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Diante do aumento dos casos, a Fiocruz reforça a importância da vacinação contra a influenza, principalmente entre os grupos mais vulneráveis no Acre, como idosos, povos indígenas e pessoas com doenças crônicas. A instituição destaca que a imunização é segura e segue sendo a principal estratégia para prevenir casos graves e reduzir o risco de óbitos.

No panorama nacional, o boletim aponta que, nas últimas quatro semanas epidemiológicas, entre os casos positivos de SRAG, a maior prevalência foi registrada para rinovírus, seguido por Sars-CoV-2 (Covid-19) e influenza A. Entre os óbitos, a Covid-19 continua sendo a principal causa entre os casos positivos, seguida pela influenza A.

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