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Arma experimental usada pelos EUA na Venezuela dá sensação de ‘cabeça explodindo’

Por Redação Juruá em Tempo.14 de janeiro de 20263 Minutos de Leitura
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Relatos de militares venezuelanos indicam que forças dos Estados Unidos teriam utilizado uma arma experimental de energia direcionada durante uma operação no país. Segundo depoimentos divulgados pelo site britânico Metro e repercutidos por veículos internacionais, o equipamento provocou sensação imediata de dor intensa, sangramentos e incapacidade física temporária nos atingidos.

O sistema citado é conhecido como Active Denial System (ADS), tecnologia desenvolvida pelo Departamento de Defesa dos EUA e classificada oficialmente como não letal.

Como funciona o Active Denial System

O ADS atua por meio da emissão de ondas eletromagnéticas de alta frequência, chamadas de ondas milimétricas, que atingem apenas a camada superficial da pele. O efeito provoca uma sensação aguda de calor e dor, levando a pessoa a se afastar rapidamente da área atingida pelo feixe de energia.

De acordo com especialistas em defesa, o sistema não dispara projéteis nem explosivos e não causa queimaduras visíveis ou ferimentos permanentes quando usado dentro dos parâmetros previstos. Os sintomas tendem a cessar assim que o alvo deixa a linha de ação do equipamento.

Relatos de militares atingidos

Guardas que estariam de serviço no momento da operação relataram que soldados norte-americanos “lançaram algo” que produziu um impacto descrito como uma pressão extrema na cabeça. Um dos depoimentos afirma que a sensação foi semelhante a ter a cabeça “explodindo por dentro”, seguida de sangramento nasal, vômitos com sangue e dificuldade imediata para permanecer em pé.

Ainda segundo os relatos, os efeitos físicos foram intensos, mas cessaram após o fim da exposição ao feixe de energia.

Uso em combate e histórico da tecnologia

Embora o Exército dos Estados Unidos já tenha testado armas de energia direcionada em exercícios e operações de controle de perímetro, essa teria sido a primeira vez que o ADS foi empregado em um cenário de combate real, segundo a reportagem. Normalmente, o equipamento é montado sobre veículos militares e apresentado como alternativa para dispersar multidões ou neutralizar ameaças com menor risco de mortes.

Tecnologias semelhantes já foram mencionadas em outros contextos internacionais. Em 2020, tropas chinesas teriam utilizado um dispositivo eletromagnético para forçar a retirada de soldados indianos em uma área de disputa no Himalaia, sem o uso de armas de fogo.

Relação com a chamada “Síndrome de Havana”

Especialistas também apontam que armas de energia direcionada são frequentemente citadas em discussões sobre a chamada “Síndrome de Havana”, condição que afetou diplomatas e funcionários dos EUA a partir de 2016. Os sintomas incluem vertigem, dores de cabeça, problemas cognitivos e sensação de pressão no crânio.

Um estudo da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, divulgado em 2020, considerou a energia eletromagnética pulsada como uma causa plausível para esses casos. Autoridades norte-americanas, no entanto, negam envolvimento estrangeiro e descartam oficialmente o uso deliberado de armas desse tipo contra diplomatas.

Classificação oficial e controvérsias

O Departamento de Defesa dos EUA classifica o ADS como uma arma não letal, justamente por não causar danos físicos permanentes. Ainda assim, relatos de uso operacional e de efeitos mais severos levantam questionamentos sobre os limites e as consequências reais da tecnologia em situações de confronto.

Até o momento, não houve confirmação oficial por parte do governo norte-americano sobre o emprego do sistema na Venezuela.

Por: redação.
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