Policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prenderam, na manhã desta quinta-feira (8), um homem suspeito de envolvimento em uma tentativa de homicídio registrada no bairro João Eduardo, em Rio Branco. O investigado foi identificado como José Fabrício Moreira da Silva, de 36 anos, conhecido como “Bibi”.
A prisão ocorreu por volta das 10h, na Rua Mauá, durante diligências conduzidas pela equipe da DHPP. Ao ser localizado, José Fabrício recebeu voz de prisão, não ofereceu resistência e foi encaminhado para os procedimentos legais.
O crime que motivou a investigação aconteceu na noite da quarta-feira (7), na Rua da Hosana, nas proximidades do Bar do Negão. A Equipe de Pronto Emprego (EPE) foi acionada após a denúncia de agressão.
No local, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) prestou socorro a Edmilson Monteiro de Oliveira, de 38 anos, que apresentava ferimentos na cabeça provocados por um objeto contundente, possivelmente uma barra de ferro, conforme relatos de moradores da região.
Durante a apuração inicial, testemunhas informaram que vítima e suspeito possuíam desavenças antigas, inclusive com registros de ameaças feitas dias antes da agressão. Diante das informações, a DHPP assumiu o caso e intensificou as buscas pelo suspeito, que resultaram na prisão desta quinta-feira.
Após a detenção, José Fabrício foi conduzido à Delegacia de Flagrantes (Defla). Em consulta ao sistema SIAPEN, os policiais constataram que ele estava evadido do sistema prisional e havia deixado de utilizar a tornozeleira eletrônica desde o dia 26 de novembro de 2025.
Durante a condução, o suspeito indicou aos policiais uma barra de ferro que teria sido deixada nas proximidades de uma distribuidora, a cerca de 800 metros do local onde a vítima foi encontrada. Em sua versão, José Fabrício afirmou que o objeto teria sido usado inicialmente por Edmilson contra ele, o que, segundo alegou, teria motivado a agressão posterior. No momento da prisão, “Bibi” também relatou estar lesionado e com dificuldades para caminhar.
O caso segue sob investigação da DHPP, que apura as circunstâncias da tentativa de homicídio e confronta a versão apresentada pelo suspeito com os depoimentos e demais provas colhidas.

