Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Homem é suspeito de abusar e manter esposa grávida aprisionada em Guajará (AM)
  • Acre tem média de 56,29 no IPS Brasil 2025 e fica abaixo do índice nacional, aponta levantamento
  • Atletas de Sena fazem história e conquistam dois ouros no jiu-jitsu em Rondônia
  • Carnaval garante 3 dias de folga em fevereiro no Acre; veja quando cai o próximo feriado
  • Maioria dos feminicídios de 2025 no Acre foi cometida com arma branca
  • Mulher vítima de violência doméstica é resgatada e polícia recupera bens avaliados em mais de R$ 15 mil no Acre
  • Petrobras anuncia redução de 5,2% no preço da gasolina para distribuidoras
  • Acidente entre caminhão e motocicleta deixa homem ferido no interior do Acre
  • Policial de trânsito tropeça e acaba atropelado durante abordagem de trânsito em Cruzeiro do Sul; veja vídeo
  • PRF intercepta veículo com mais de 4 mil maços de cigarros contrabandeados na BR-364
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, janeiro 26
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Unidades de Conservação da Amazônia registram o menor desmatamento em 11 anos

Por Redação Juruá em Tempo.26 de janeiro de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

As unidades de conservação da Amazônia em 2025 tiveram o menor desmatamento dos últimos 11 anos. Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do instituto de pesquisa Imazon, que monitora a floresta por imagens de satélite desde 2008.

Segundo o levantamento, de janeiro a dezembro, os territórios protegidos tiveram 166 km² de floresta derrubada, 38% a menos do que em 2024. Em comparação com 2022, quando a devastação chegou a 1.214 km² no período (a maior área derrubada desde 2012), o desmatamento nas unidades de conservação da Amazônia foi 86% menor em 2025.

Quando avaliado o total desmatado de janeiro a dezembro de 2025 (2.741 km²), as unidades de conservação foram responsáveis por apenas 6%, sendo 4% nos territórios estaduais (109 km²) e 2% nos federais (57 km²).

Ainda segundo o Imazon, as Terras Indígenas tiveram o menor desmatamento dos últimos oito anos, desde 2017. De janeiro a dezembro de 2025, foram derrubados 44 km² de floresta dentro dos territórios dos povos originários, 20% a menos do que em 2024.

Em relação a 2019, quando foram desmatados 369 km² em terras indígenas de janeiro a dezembro – a maior área derrubada desde 2012 – o acumulado de 2025 foi 88% menor. Isso fez com que apenas 2% de todo o desmatamento na Amazônia ocorresse dentro desses territórios.

– Isso reforça a importância de destinar áreas ainda sem uso definido na Amazônia para a criação de novas unidades de conservação e terras indígenas. Historicamente, esses territórios têm funcionado como barreiras efetivas para o avanço da destruição da floresta – ressalta o pesquisador do Imazon, Carlos Souza Jr, em nota.

A entidade alerta ainda que dezembro registrado alta de 7% na derrubada em toda a Amazônia, pois passou de 85 km² em 2024 para 91 km² em 2025. No entanto, o acumulado desde janeiro fechou com redução de 27%. A explicação é que a devastação passou de 3.739 km² de janeiro a dezembro de 2024 para 2.741 km² no mesmo período de 2025. Este foi o terceiro ano consecutivo com queda do desmatamento na região.

– O Brasil mostra que está no caminho certo para o cumprimento da meta de desmatamento zero em 2030, que é essencial para a redução das emissões de gases de efeito estufa no país. Isso garantirá maior equilíbrio climático, a manutenção das chuvas, que também é benéfica para o agronegócio brasileiro, a conservação da biodiversidade e proteção dos povos e comunidades tradicionais”, afirma Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon.

A degradação florestal causada pela exploração madeireira e pelo fogo caiu 91% na Amazônia em dezembro, passando de 628 km² em 2024 para 59 km² em 2025. Isso ocorreu porque 2024 foi um ano recorde de queimadas, o que fez com que esse tipo de dano na floresta atingisse a maior área desde 2009.

Com isso, a degradação acumulada de janeiro a dezembro de 2025 fechou com queda de 88% em relação ao mesmo período de 2024, passando de 36.379 km² para 4.419 km². Essa foi a menor área degradada desde 2022.

Por: Míriam Leitão, dO Globo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.