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Andrew é o primeiro membro da coroa britânica a ser preso em mais de 300 anos

Por Redação Juruá em Tempo.19 de fevereiro de 20263 Minutos de Leitura
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O ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor, irmão do rei Charles III, é o primeiro membro do alto escalão da família real do Reino Unido a ser preso na história moderna.

Ainda que outros representantes da monarquia tenham tido problemas com a Justiça, como a princesa Anne, condenada a pagar uma multa após seu cachorro ter mordido duas crianças em 2002, ninguém havia parado atrás das grades nos últimos séculos.

Para encontrar um precedente, é preciso voltar no tempo até 20 de janeiro de 1649, quando o rei Charles I foi condenado à morte e decapitado após o fim da Guerra Civil Inglesa.

O que aconteceu

A detenção do ex-príncipe se deu por suspeita de “má conduta no exercício das funções oficiais”. De acordo com a imprensa internacional, Andrew também é alvo de mandados de busca em endereços em Berkshire e Norfolk.

“Após uma avaliação minuciosa, abrimos uma investigação sobre esta alegação de má conduta em cargo público”, disse o chefe de polícia adjunto Oliver Wright.

Nos últimos dias, Andrew foi acusado de ter transmitido ao criminoso sexual Jeffrey Epstein informações potencialmente confidenciais quando era representante especial do Reino Unido para o Comércio Internacional, segundo e-mails divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

O que se sabe sobre a relação de Andrew com Epstein

Em um e-mail de 30 de novembro de 2010, ao qual a AFP teve acesso, Andrew Mountbatten-Windsor, então duque de York e cuja conta de e-mail aparece como “The Duke”, enviou ao financista americano relatórios relativos a visitas ao Vietnã, Hong Kong, Shenzhen (China) e Singapura.

O então príncipe enviou os relatórios ao financista americano cinco minutos depois de tê-los recebido de seu assistente à época. Em outubro, Mountbatten-Windsor foi destituído de todos os seus títulos reais pelo rei Charles III, após novas revelações sobre sua amizade com Epstein.

Em outro e-mail de outubro de 2010, citado pela BBC, o ex-príncipe Andrew também enviou ao criminoso sexual detalhes sobre suas próximas viagens a esses mesmos destinos. O irmão do rei foi representante especial do Reino Unido para o Comércio Internacional entre 2001 e 2011, antes de renunciar devido a críticas sobre seus gastos e sua forma de exercer o cargo.

O ex-príncipe foi acusado de agressões sexuais por Virginia Giuffre, principal testemunha de acusação do caso Epstein, quando a mulher era menor de idade. Andrew Mountbatten-Windsor sempre negou essas acusações de Virginia Giuffre, que, segundo sua família, morreu por suicídio na Austrália em 25 de abril de 2025, aos 41 anos.

Novas fotos sem data, divulgadas no fim de janeiro, nas quais o ex-príncipe aparece com outra mulher, no âmbito dos arquivos Epstein, voltaram a alimentar as suspeitas. Nas imagens, vê-se o ex-príncipe ajoelhado e inclinado sobre uma jovem cujo rosto foi censurado.

Também vieram à tona e-mails nos quais Epstein era convidado ao Palácio de Buckingham para conversar em “privado”. Andrew Mountbatten-Windsor não fez nenhuma declaração recentemente.

Por: ANSA.
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