Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Acre tem novo preço médio de referência para etanol em R$ 5,21 por litro
  • Jogador sul-africano morre dias após disputar a Copa do Mundo de 2026
  • Flávio lê carta de Bolsonaro, que pede para “deixar diferenças de lado”
  • Polícia descobre fuga de presos após vídeo em grupo de WhatsApp em Boca do Acre
  • Manu Bahtidão é confirmada como atração da Expo Quinari 2026; veja a programação
  • MPT abre processo seletivo de estágio com vagas no Acre; bolsas chegam a R$ 2,6 mil
  • Sem a presença de Jéssica, Vagner Sales confirma filha como vice na chapa de Mailza
  • “Se arrependeu, com certeza”: esposa do juiz aposentado Edinaldo Muniz revela detalhes inéditos do dia do desabamento da ponte
  • Alan Rick diz que respeita decisão do MDB em apoiar Mailza e afirma que seguirá ampliando alianças para 2026
  • Não faz sentido Vagner Sales odiar Zequinha e se aliar ao partido que o derrotou
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, julho 12
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Últimas Notícias

Ucrânia paga para que soldados congelem esperma; entenda o porque

Por Redação Juruá em Tempo.18 de fevereiro de 20263 Minutos de Leitura
Faceless mother with naked baby, infant holding mommy's finger, mum spending time with her tiny child on light background.
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Desde o início da guerra na Ucrânia, em 2022, clínicas privadas de fertilidade no país passaram a oferecer aos militares a chamada criopreservação. A técnica consiste no congelamento gratuito de espermatozoides ou óvulos, como forma de garantir a possibilidade de terem filhos caso sofram ferimentos em combate ou tenham sua fertilidade comprometida.

A Ucrânia já vivia uma crise demográfica, cenário que se intensificou com a guerra. O congelamento de gametas surge como uma alternativa para garantir o crescimento populacional.

“Nossos homens estão morrendo. O patrimônio genético ucraniano está morrendo. Trata-se da sobrevivência da nossa nação”, afirmou um soldado ucraniano, identificado como Maxim, em entrevista à BBC.

Desde 2023, o governo ucraniano regulamenta e fornece financiamento estatal para a prática. Quando foi implementado, ela chegou a causar polêmica ao estipular que todas as amostras deveriam ser destruídas após a morte do doador.

O caso de uma viúva de guerra que tentou ter um filho utilizando o esperma congelado do marido, mas foi impedida, reacendeu o debate sobre a legislação.

A repercussão levou à posterior alteração da lei, garantindo que todas as amostras de soldados sejam preservadas gratuitamente por até três anos após a morte e possam ser utilizadas pelo parceiro, desde que haja consentimento prévio por escrito.

“Nossos soldados estão defendendo nosso futuro, mas podem perder o deles, então queríamos dar a eles essa chance”, disse a deputada Oksana Dmitrieva à BBC. “É para apoiá-los, para que possam usar o esperma mais tarde.”

A parlamentar incentiva os soldados a falarem sobre eventuais problemas de fertilidade e a considerarem o congelamento de esperma. “Também estamos pensando no futuro e em todos os jovens que perdemos. Precisamos substituí-los”, acrescenta Dmitrieva. “Este é um pequeno passo para melhorar a situação demográfica”, afirmou à BBC.

Baixa procura
O Centro de Medicina Reprodutiva de Kiev, administrado pelo Estado, passou a incluir, em janeiro, soldados no programa de congelamento de sêmen.

Segundo a BBC, até o momento apenas cerca de doze pessoas se inscreveram. A clínica acredita que esse número deva aumentar.

O número de gestantes atendidas pela clínica caiu pela metade desde o início da guerra com a Rússia. “Se as mulheres estão estressadas, elas podem ter problemas com a menstruação. Está tudo interligado”, disse Holikova à BBC. “Cerca de 60% das minhas pacientes tomam antidepressivos, incluindo pessoas com ataques de pânico por causa dos mísseis e drones.”

Há também o grupo que enfrenta a chamada “síndrome da vida tardia”, caracterizada pelo adiamento de decisões importantes, como a maternidade e a paternidade. “As mulheres têm medo de engravidar se tiverem que acabar correndo para abrigos antibombas”, aponta Holikova.

Por: R7.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.