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Acre começa 2026 com perda de 892 postos de emprego, aponta Caged

Por g1. 04/03/2026 09:17
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O Acre começou 2026 com perda postos de emprego e chegou ao quarto mês com mais demissões que contratações. Em janeiro, o estado acreano perdeu mais de 892 empregos. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nesta terça-feira (3).

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Ao todo, conforme o governo federal, foram registradas em janeiro 3.810 contratações contra 4.702 demissões de trabalhadores no estado.

Apesar do desempenho negativo, o estoque total de empregos formais chegou a 114.928 vínculos ativos. A maior parte empregada no setor de serviços, com mais de 60 mil trabalhadores.

Ainda assim, o resultado de contratações em janeiro, representa recuo de 2,4% em relação a janeiro de 2025, ocasião em que foram criados 3.905 empregos com carteira assinada.

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O setor de serviços acumulou o pior resultado, com 715 vagas a menos em janeiro, seguido do comércio, com 158 vagas a menos no último mês. Já o setor de indústria foi o único serviço com saldo positivo, marcando 35 vagas a mais.

Quarto mês de perda

O estado havia interrompido, em outubro do ano passado, uma sequência de oito meses de saldo positivo, com a perda de 172 vagas e continuou demitindo mais do que contratando trabalhadores formais, nos meses seguintes.

Em novembro, foram 74 vagas formais perdidas naquele mês e encerrou dezembro com 461 menos postos de trabalho formais. 

Cenário nacional

A economia brasileira gerou 112,3 mil empregos formais com carteira assinada em janeiro deste ano, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, contudo, esse também foi o pior resultado para meses de janeiro desde 2023, quando o país teve 90,09 mil vagas abertas.

De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o Brasil pode conseguir empatar, ou até mesmo superar, em 2026, a geração de empregos registrada no ano passado (1,27 milhão de vagas abertas) se a taxa básica de juros, atualmente em 15% ao ano, for reduzida.

“Acredito que o juro vai baixar, permitindo o crescimento da economia (…) Não faz sentido pensar em crescimento de juros”, disse o ministro Luiz Marinho, do Trabalho.

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