Os valores pedidos pelo São Paulo à BYD pela nomenclatura ‘MorumBYD’ transformariam o acordo no maior naming right da história do país em termos de pagamento anual.
R$ 35 mi por ano
Como revelou o UOL, o clube apresentou à empresa, no fim do ano passado, a possibilidade de um acordo de cerca de R$ 175 milhões por cinco anos, com valor médio de R$ 35 milhões por temporada, para rebatizar o Morumbis.
A pedida superaria todos os contratos atuais de naming rights de estádios no futebol brasileiro, considerando os valores anuais.
Hoje, o principal acordo do país é o da Mercado Livre Arena Pacaembu. O complexo paulistano firmou contrato com o Mercado Livre estimado em cerca de R$ 1 bilhão por 30 anos, o que representa aproximadamente R$ 33 milhões por temporada.
Na sequência aparece a Neo Química Arena, casa do Corinthians, e o Allianz Parque, do Palmeiras. O acordo com a Neo Química foi fechado por R$ 300 milhões por 20 anos, com média R$ 15 milhões anuais. É a mesma cifra do Palmeiras, que fechou acordo com a Allianz estimado também em cerca de R$ 300 milhões por duas décadas.
Mais recentemente, vem a Ligga Arena, do Athletico Paranaense. O Furacão fechou naming rights com a Ligga Telecom em um acordo avaliado em aproximadamente R$ 200 milhões por 15 anos, anual de cerca de R$ 13 milhões.
Acordo vigente
O contrato entre São Paulo e Mondelez foi assinado no fim de 2023 e tem validade até dezembro.
Os valores do contrato giram em torno dos R$ 75 milhões, rendendo anualmente cerca de R$ 25 milhões.
Em dezembro do ano passado, o UOL mostrou que o São Paulo planejava reatar as conversas com a varejista no início deste ano — mas, em meio ao processo de impeachment que culminou na renúncia de Casares, as negociações não avançaram.

