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Edvaldo Magalhães destaca os 104 anos de história do PCdoB no Brasil

Por Redação Juruá em Tempo.25 de março de 20262 Minutos de Leitura
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Em discurso na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado estadual Edvaldo Magalhães destacou os 104 anos do Partido Comunista do Brasil, comemorado hoje (25/3). Ele ressaltou a trajetória do partido ao longo do tempo no país. Citou que o partido defende a soberania do Brasil e um projeto de desenvolvimento

“De lá para cá, o que marcou o programa e a trajetória do PCdoB foram duas questões que para nós são o eixo central da nossa existência: a defesa do país e da sua identidade e da sua soberania. É algo caro e uma posição que nos diferencia de muitas outras organizações partidárias. E a segunda grande bandeira é o projeto de desenvolvimento nacional que seja soberano, mas também distribuidor de renda. Por conta dessas bandeiras, fomos perseguidos. Deixamos de ter registro por um longo período. A cada vez que a nossa democracia sofria um abalo, as principais e primeiras vítimas da censura e da perseguição e da eliminação física, eram os comunistas. Sempre foi assim na história do nosso país”, disse o deputado.

Edvaldo Magalhães lembrou grandes nomes do partido que ocupou cargos de deputado estadual na Aleac. Destacou as atuações de Manoel Pacífico e de Sérgio Taboada. Também ressaltou a luta de Moisés Diniz, Jenilson Leite, que já integraram o partido. Edvaldo ressaltou o trabalho de Eduardo Farias, que também já foi deputado, e hoje preside o partido no Acre.

“O nosso partido, ao longo desse tempo, tem tido presença na Casa. Às vezes um pouco maior, às vezes um pouco menor, mas sempre uma presença, do ponto de vista legislativo, produtivo. Do ponto de vista da política, nós sempre procuramos ter uma relação respeitosa. Nós não fazemos aqui uma divergência pessoal com absolutamente ninguém. Temos respeito às diversas crenças e diversas tendências e posições políticas. Procuramos exercer um posicionamento, às vezes duro, incisivo, mas para marcar uma convicção, nunca para nos distanciar das pessoas ou procurar expô-las por conta das diferenças políticas. Porque nós achamos que a política é instrumento transformador. E por ser um instrumento transformador, ele não pode servir primeiro para distanciar as pessoas”, pontuou.

Por: Assessoria.
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