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Segurança de Lula abateu mais de 135 mil drones: como é equipamento usado?

Por Redação Juruá em Tempo.13 de março de 20263 Minutos de Leitura
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A segurança do presidente Lula neutralizou mais de 135 mil drones nos últimos quatro anos, segundo dados do GSI/PR (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República). Os bloqueios ocorreram tanto em eventos presidenciais quanto no entorno de prédios oficiais em Brasília.

O que aconteceu

A maioria das ocorrências foi registrada na capital federal. Ao todo, 135.311 tentativas de aproximação de drones foram neutralizadas entre 2023 e 2026 por um sistema fixo instalado no Palácio do Planalto e nas residências oficiais do presidente, de acordo com o GSI. O mecanismo impede que equipamentos não autorizados entrem em áreas restritas.

Casos em eventos presidenciais fora de Brasília são bem menos frequentes. Segundo o órgão, foram neutralizados 23 drones em 2024, seis em 2025 e dois em 2026 durante agendas do presidente em outras cidades. Em 2023, não houve registros desse tipo de ocorrência.

Em frente ao Palácio do Planalto, agente do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) da Presidência da República empunha arma utilizada para neutralização de drones

O GSI afirma que o controle é necessário por questões de segurança. O órgão é responsável por coordenar a proteção do presidente e do vice-presidente nas áreas onde eles estão presentes, mesmo havendo regras gerais de voo de drones definidas pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

Há dois tipos de equipamentos que fazem a neutralização. Um deles é fixo e funciona por detecção e interferência eletrônica. Quando um drone não autorizado entra no perímetro de segurança, o sistema emite um sinal de radiofrequência que interrompe a comunicação com o operador ou afeta o sistema de navegação.

Já o segundo tipo de equipamento é móvel e tem aparência futurista e design estilo rifle. Esses dispositivos, chamados DroneGun Tactical, podem interceptar pequenas aeronaves não tripuladas a até um quilômetro de distância.

Como é o DroneGun Tactical?

Agente da Polícia Federal anda com arma anti-drone antes da cerimônia de posse do presidente Lula em Brasília

O modelo é considerado leve (7 kg), apesar do aspecto robusto. A dinâmica de disparo é semelhante a outros tipos de armas: é só usar as duas mãos, apontar na direção do alvo e apertar o gatilho.

É preciso treinamento específico para usar o dispositivo. No Brasil, o uso é restrito às forças de segurança. Em vez de projéteis, são disparados sinais de radiofrequência, que farão o drone perder a comunicação com quem o opera. O agente de segurança, então, passa a controlar o drone.

A arma foi desenvolvida na Austrália e identifica possíveis ameaças em até cinco tipos de radiofrequência. Ela tem antenas direcionais e permite selecionar e ativar a faixa de frequências de interferência para derrotar o alvo, segundo a DroneShield, a fabricante.

Com a arma, é possível localizar a pessoa que pilota o drone suspeito ao fazer com que a aeronave seja redirecionada ao ponto de onde partiu. Em uma interceptação feita em Brasília, por exemplo, o agente da PF pousou o drone em um local seguro.

Quando pode ser usada?

Agente da Polícia Federal anda com arma anti-drone antes da cerimônia de posse do presidente Lula em Brasília

A arma antidrone pode ser empregada para evitar uma eventual liberação de explosivos. Outra possibilidade é derrubar drones que fazem imagens não autorizadas.

No Brasil, o uso do DroneGun Tactical foi homologado em setembro de 2021 pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Presídios localizados em cidades como São Paulo passaram a utilizar o modelo para evitar que drones transportem celulares e drogas aos detentos.

Por: UOL.
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