O Acre permanece entre as unidades federativas brasileiras com incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco e com sinal de crescimento nas últimas semanas epidemiológicas. A informação consta na nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada nesta quinta-feira, 09, pela Fiocruz.
De acordo com a análise referente à Semana Epidemiológica 13 (29 de março a 4 de abril), o Acre integra o grupo de 13 estados brasileiros que ainda apresentam manutenção de aumento ou estabilidade em patamar elevado de casos graves de síndromes respiratórias, mesmo diante de um cenário nacional de sinais de interrupção de crescimento em algumas regiões do Norte e Nordeste.
O boletim indica que, embora haja tendência de queda de alguns vírus respiratórios em parte do país, o Acre continua sob atenção por manter padrão de incidência elevado de SRAG, dentro de um contexto que ainda exige monitoramento das autoridades de saúde.
Entre os agentes associados aos casos, o cenário nacional mostra circulação relevante de influenza A (Influenza A), vírus sincicial respiratório (Respiratory Syncytial Virus infection), rinovírus (Rhinovirus infection) e Covid-19 (Covid-19). No caso do Acre e de outros estados da região Norte, o boletim aponta uma tendência de redução das hospitalizações por VSR, especialmente em crianças pequenas.
Apesar disso, o estado ainda figura entre os que exigem atenção por manter a SRAG em patamar elevado, dentro de um quadro que varia entre crescimento e estabilização conforme o tipo de vírus respiratório predominante.

