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Informalidade: quatro a cada dez trabalhadores acreanos não possuem carteira assinada

Por Redação Jurua em Tempo25 de abril de 20263 Minutos de Leitura
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O mercado de trabalho no Acre apresenta um cenário desafiador para 2025. Enquanto o debate nacional foca na modernização das leis trabalhistas, uma parcela significativa da população acreana sequer tem acesso aos direitos básicos garantidos pela CLT. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua 2025), a taxa de informalidade no Acre atingiu 45,2%, colocando o estado em uma posição crítica no ranking nacional.

Ocupando a 12ª posição entre as unidades federativas com maior índice de informalidade, o Acre supera com folga a média brasileira, que é de 38,1%. Na prática, isso significa que quase metade dos trabalhadores do estado, incluindo domésticos sem registro, autônomos sem CNPJ e trabalhadores sem carteira assinada, atua sem rede de proteção social ou previdenciária.

Com uma taxa local de 45,2%, o Acre amarga um índice de informalidade significativamente superior à média nacional, que hoje se fixa em 38,1%. No contexto regional, embora o estado apresente uma situação ligeiramente mais favorável que vizinhos amazônicos como o Pará (58,5%) e o Amazonas (50,8%), ele ainda permanece estagnado no “bloco amarelo” do mapa nacional, onde a precarização do trabalho é vista como um desafio estrutural persistente.

Barreiras estruturais e desigualdade

O estudo aponta que a alta informalidade no Acre e em outros estados do Norte e Nordeste não é uma escolha, mas uma imposição. O perfil econômico da região, ainda muito focado em atividades de baixa produtividade e menor renda média, dificulta a criação de postos de trabalho formais.

“Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a informalidade tende a ser predominantemente uma condição imposta por restrições estruturais do mercado de trabalho. Fatores como a baixa escolaridade e o difícil acesso à formalização, inclusive como MEI [Microempreendedor Individual], mantêm milhares de acreanos à margem do sistema oficial.

O contraste com o Sul do país é evidente. Enquanto o Acre luta para formalizar sua mão de obra, Santa Catarina registra a menor taxa de informalidade do Brasil, com apenas 26,3%. No topo da pirâmide da precariedade está o Maranhão, onde impressionantes 58,7% dos ocupados estão na informalidade.

O que define o “Informal”?

É fundamental destacar que, para o IBGE, o contingente de trabalhadores informais no Acre é composto por empregados do setor privado e domésticos sem carteira assinada, trabalhadores autônomos e empregadores que não possuem CNPJ, além daqueles que atuam como trabalhadores familiares auxiliares.

Especialistas alertam que a saída para reduzir esses índices no estado passa pela desburocratização da formalização e pelo incentivo ao empreendedorismo registrado, garantindo que o trabalhador tenha acesso a benefícios como aposentadoria, auxílio-doença e seguro-desemprego.

Por: A Gazeta do Acre
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