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Brasil

Milho e soja apresentam forte variação de preços entre regiões produtoras

Por redação. 30/04/2026 15:38 Atualizado em 30/04/2026 15:39
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As cotações de milho e soja no mercado brasileiro seguem apresentando diferenças expressivas entre as regiões, refletindo principalmente a logística, a proximidade com os portos e o volume de oferta disponível.

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No caso do milho, os preços mais elevados foram registrados na Região Sul e em parte do Sudeste. Em Santa Catarina, a saca atingiu R$ 68,00 em Concórdia, o maior valor entre as praças pesquisadas, seguida por Chapecó (R$ 66,50) e Campos Novos (R$ 66,00). Em São Paulo, as cotações também se mantiveram firmes, chegando a R$ 66,42 em Campinas e na capital.

No Paraná, importante estado produtor, os preços oscilaram entre R$ 60,50 e R$ 65,00, com destaque para Paranaguá. Já no Rio Grande do Sul, as cotações ficaram entre R$ 63,00 e R$ 66,00.

Por outro lado, no Centro-Oeste — principal região produtora do país — os preços seguem mais baixos, pressionados pela maior oferta. Em Mato Grosso, o milho variou entre R$ 42,00 e R$ 46,00, com os menores valores em Sorriso e Lucas do Rio Verde. Em Mato Grosso do Sul, os preços ficaram entre R$ 53,50 e R$ 57,00, enquanto em Goiás chegaram a R$ 57,00.

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Para a soja, o comportamento segue a mesma lógica. Os maiores preços foram registrados nos portos e regiões próximas à exportação. No Paraná, a saca atingiu R$ 128,50 em Paranaguá, enquanto no porto de Santos (SP) foi cotada a R$ 127,50. No Rio Grande do Sul, o destaque foi Rio Grande, com R$ 127,00.

Nas regiões do interior, especialmente no Centro-Oeste, os preços foram menores. Em Mato Grosso, a soja variou entre R$ 101,50 e R$ 107,00, com destaque para valores mais baixos em Canarana e Lucas do Rio Verde. Em Mato Grosso do Sul, as cotações giraram entre R$ 107,00 e R$ 108,00, enquanto em Goiás ficaram na faixa de R$ 109,00 a R$ 110,00.

De maneira geral, o mercado segue sendo influenciado pela combinação entre oferta elevada nas regiões produtoras e maior valorização nas áreas com melhor acesso aos portos. Fatores como câmbio, demanda internacional e custos logísticos continuam determinando o comportamento dos preços no país.

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