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Pesquisadores do Acre buscam patente de pomada que acelera cicatrização de feridas em animais

Por Redação Juruá em Tempo.7 de abril de 20264 Minutos de Leitura
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Uma pomada que pretende acelerar a cicatrização de feridas em cães e gatos está em desenvolvimento e teve um pedido de patente emitido por pesquisadores do Instituto Federal do Acre (Ifac) e da Universidade Federal do Acre (Ufac). O produto precisa desta etapa de registro para poder ser comercializado.

Ao g1, a doutoranda em Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Adna Rocha de Araújo Maia explicou que o produto representa um exemplo de como a biodiversidade amazônica pode ser transformada em soluções tecnológicas.

“A formulação da Cicapet é baseada em ativos naturais provenientes da flora amazônica, com destaque para compostos bioativos extraídos de espécies com reconhecido potencial cicatrizante e antimicrobiano que atuam no controle da inflamação e na proteção contra infecções”, afirmou.

O pedido de patente foi feito no dia 3 de março deste ano junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) como regime de cotitularidade entre a Ufac e o Ifac. Após estas tratativas é que deve começar a produção em escala e comercialização.

A pesquisa do Cicapet foi feita sob orientação do professor em Biodiversidade e Biotecnologiada da Ufac, Luis Eduardo Maggi e do professor de química do Ifac, Marcelo Ramon da Silva Nunes, especialista em biofísica e nanotecnologia e cocriador do produto.

“A expectativa é que, em breve, o mercado conte com um produto para pets genuinamente acreano, desenvolvido a partir da ciência local e voltado ao bem-estar animal”, acrescentou Adna.

Baseado em planta amazônica

Conforme o professor Marcelo Ramon, a pomada foi batizada de Cicapet devido à combinação fitoterápica, que utiliza matérias-primas vegetais como folhas, raízes e flores.

“As nossas pesquisas nos fizeram chegar à composição de um produto fitoterápico utilizando a carboximetilcelulose (CMC), um derivado da taboca, base do nosso produto. Princípios ativos são óleos amazônicos e outros bioativos naturais da flora, potencializados com nanotecnologia”, disse.

A taboca, planta que serve de base para o produto, é uma espécie de bambu que:

  • pode atingir de 8 a 20 metros de altura;
  • cresce em média até 20 cm por dia;
  • se regenera rapidamente, sendo considerada uma planta de baixo impacto ambiental;
  • apesar de espinhosa, é rica em celulose e compostos úteis para biotecnologia.

A tecnologia utilizada na formulação da pomada permite manipular a matéria-prima em escala atômica e molecular para ser criado alimentos, cosméticos e demais soluções inovadoras como a pomada.

“A gente potencializa as gotículas de óleos essenciais com a taboca para virar uma nanoemulsão que é a mistura desses produtos, com isso, conseguimos gerar um produto que vem apresentando os resultados positivos na cicatrização de tecidos epidérmicos em cães e gatos”, destacou.

Ainda segundo o professor, o Acre possui a maior concentração de tabocal nativo do mundo. “Tem taboca na África e Ásia, mas nada se compara ao que temos na Amazônia. E dentro da Amazônia, o Acre é o estado que mais concentra essa espécie”, citou.

Startup

A pesquisa começou em maio de 2025 e deu tão certo que o grupo também criou a startup Cicapet, através da Incubadora de Empresas do Ifac, com o objetivo de desenvolver e comercializar preparações farmacêuticas de forma segura e natural, sem agredir a pele do animal.

Em julho do ano passado, foi criado um curativo que protege feridas, é absorvido pela pele e ainda ajuda a preservar o meio ambiente. A ideia partiu do professor Marcelo e foi desenvolvida por estudantes do Ifac, no campus Sena Madureira, no interior do estado.

O projeto chegou a ser apresentado na prévia da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em novembro do ano passado em Belém. O produto também foi feito a partir da taboca, uma espécie de bambu nativa da Amazônia.

Por: g1.
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