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Home»Geral

Quanto investir por mês para comprar um carro 0km daqui 2 ou 3 anos sem financiamento

Por Redação Juruá em Tempo.6 de abril de 20265 Minutos de Leitura
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Ter um carro zero-quilômetro na garagem é o desejo de muitos brasileiros, mas, com os preços atuais, transformar esse sonho em realidade sem cair nas armadilhas dos juros do financiamento exige mais do que apenas vontade: exige estratégia.

Em um cenário onde o crédito segue caro, o planejamento financeiro surge como a via mais inteligente para quem pode esperar um pouco mais para sentir o “cheirinho de novo” sem comprometer o orçamento a longo prazo.

Para ilustrar esse caminho, tomamos como base o atual campeão de vendas do mercado nacional: a Fiat Strada, o veículo mais emplacado em 2025 segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Na versão “Freedom” de quatro portas, o utilitário parte de R$ 129.990, servindo como o balizador ideal para quem busca um veículo versátil e com boa revenda.

Segundo Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos, “na maioria dos casos, financeiramente é mais eficiente acumular recursos e pagar o bem à vista do que recorrer ao financiamento, já que, no Brasil, as taxas de financiamento de veículos costumam ficar significativamente acima das taxas de aplicações conservadoras de renda fixa”.

O especialista afirma que, caso as taxas de financiamento sejam muito maiores do que o retorno esperado dos investimentos, tende a ser mais vantajoso acumular capital antes de realizar a compra. Ele alerta que, no país, o crédito automotivo frequentemente opera em patamares muito superiores ao rendimento das aplicações, especialmente quando considerados custos adicionais como tarifas, seguros e impostos embutidos na operação.

Lima calculou simulações exclusivas que detalham o montante mensal necessário para atingir o valor do carro em diferentes modalidades de aplicação. Confira:

Quanto investir por mês para comprar um carro zero

Para calcular as projeções, Sidney Lima utilizou a rentabilidade dos últimos 12 meses das aplicações. É importante notar que o retorno acompanha as movimentações da taxa básica de juros, a Selic, que iniciou uma trajetória de queda na última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), e hoje está em 14,75%. Assim, o rendimento poderá ser diferente no futuro.

  • EM DOIS ANOS

– Ouro Preto FIDC: R$ 4.641,40
– CDB 100% do CDI: 
R$ 4.738,48

  • EM TRÊS ANOS

– Ouro Preto FIDC: R$ 2.846,31
– CDB 100% do CDI: R$ 2.939,53
– Tesouro Pré-fixado 2029: R$ 2.962,87

Como funcionam os investimentos

O CDB 100% do CDI funciona, na prática, como um empréstimo que você faz ao banco em troca de uma remuneração. O CDI é uma taxa que acompanha de perto a Selic (a taxa básica de juros da economia), o que significa que o seu dinheiro cresce no mesmo ritmo dos juros oficiais do país. É uma opção extremamente segura e previsível para o curto prazo, contando ainda com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para valores de até R$ 250 mil por CPF. Há opções com liquidez apenas no vencimento (ou seja, você não poderá resgatar o valor antecipadamente) e outras com liquidez diária (é possível retirar o dinheiro investido a qualquer momento).

Já o Tesouro Direto Prefixado oferece uma dinâmica diferente: nele, a taxa de juros é travada no momento da compra. Isso significa que você sabe exatamente quanto terá no dia do vencimento, independentemente das oscilações da economia. No entanto, é preciso ter disciplina para não resgatar o valor antes do prazo, ou você poderá perder os ganhos do período.

Por fim, o FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) é um instrumento mais sofisticado, onde o fundo adquire “contas a receber” de empresas — como parcelas de vendas de cartões de crédito ou aluguéis — e repassa a rentabilidade aos investidores. Por envolver o financiamento de operações de crédito de terceiros, ele costuma oferecer retornos superiores aos investimentos tradicionais de renda fixa. Contudo, essa rentabilidade maior vem acompanhada de um risco mais elevado.

Qual investimento escolher?

Lima afirma que todas as aplicações apresentam características propícias para um objetivo de curto prazo como este: previsibilidade, baixo risco e aderência ao ciclo atual de juros no Brasil.

No caso do FIDC, o investidor fica sujeito a flutuações que podem acarretar em um rendimento menor do que o esperado. Já nos CDBs e Título do Tesouro, o retorno será o acordado no momento do investimento.

Seja qual for sua escolha, é importante cuidar das finanças antes de começar a guardar para seu objetivo. Quite dívidas e crie uma reserva de emergência com volume para pagar seu custo de vida por um período de três a cinco meses. “Isso evita que o investidor precise resgatar os recursos destinados ao objetivo caso ocorra algum imprevisto”, explica Lima.

Verifique também se conta com orçamento para investir um valor mensal. Caso não tenha a quantia apresentada na simulação, você ainda pode guardar menos e alcançar a meta mais pra frente.

“A principal recomendação é transformar o objetivo em um plano financeiro estruturado, com valor mensal definido e disciplina de aportes”, afirma Lima. “Com planejamento e disciplina, objetivos de consumo relevantes podem ser alcançados sem necessidade de recorrer a crédito caro.”

Por: Isto É.
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  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

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