Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • ‘Lavou lucro de 3 toneladas de cocaína’: PF explica rede chefiada por MC Ryan
  • Casos de dengue no Brasil caem 75% em 2026
  • Neymar celebra aniversário de Bruna Biancardi: “Um ciclo de muita felicidade”
  • Virginia usa bolsa rara de grife de cerca de R$ 140 mil em jantar em Madri
  • Dentista tatua nome dele 10 vezes em mulher em cárcere por 4 meses; veja vídeo
  • Após ser adiado, julgamento de Gladson Camelí é retirado de pauta no STJ
  • Indígena desaparece ao sair para caçar em aldeia no interior do Acre
  • Deputados aprovam nome de Mário Sérgio para o TCE após sabatina na Aleac
  • Moisés Diniz exalta postura democrática de Gladson e destaca aumento de emendas parlamentares
  • Operação mira facções e investiga rede ligada a homicídios, tráfico e armas no Acre
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, abril 15
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Quem é a cientista brasileira na lista dos mais influentes da revista Time

Por Redação Juruá em Tempo.15 de abril de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A revista Time publicou hoje a lista das 100 pessoas mais influentes do mundo. A publicação incluiu o nome de Mariangela Hungria.

Quem é Mariangela Hungria

Mariangela Hungria da Cunha é pesquisadora da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Ela foi a vencedora do World Food Prize 2025. A premiação é considerada a mais importante da agricultura mundial e é conhecida como o “Nobel” da Alimentação e Agricultura.

Ela vive há mais de 30 anos em Londrina, no interior do Paraná, e dedicou a carreira a insumos biológicos para substituir fertilizantes químicos. Na Embrapa Soja, Hungria lidera pesquisas em fixação biológica do nitrogênio. A tecnologia, segundo a Embrapa, economiza ao Brasil até US$ 25 bilhões por ano em fertilizantes e reduz impactos ambientais.

O trabalho dela se concentra em selecionar microrganismos benéficos, como bactérias e fungos, e torná-los mais eficientes. Esses microrganismos são aplicados nas sementes ou no solo e funcionam como “fertilizantes naturais”, diminuindo a necessidade de produtos químicos.

Ela diz que começou a carreira achando que dificilmente seria reconhecida por estudar biológicos em uma área dominada por químicos. “Eu aqui, no interior do Paraná, sempre lutando, num país onde o financiamento para pesquisa é muito irregular, e tendo dedicado uma carreira aos insumos biológicos, numa época que era só de químicos”, afirmou, em entrevista ao Estadão.

Por que o trabalho dela virou referência

Hungria conta que decidiu ser microbiologista aos oito anos e escolheu atuar fora da área da saúde. “Eu queria trabalhar com agricultura ou com meio ambiente, produzir alimentos, porque eu lembro que eu ficava muito triste quando eu via uma pessoa na rua passando fome”, disse.

Ela se formou em Engenharia Agronômica na USP e fez mestrado e doutorado com teses em fixação biológica do nitrogênio. Hungria entrou na Embrapa em 1982.

O Brasil tem a maior taxa de inoculação do mundo na produção de soja, com 85% da cultura usando insumo biológico. A pesquisadora afirma que, quando começou, havia a ideia de que biológicos serviam apenas para hortas e agricultura comunitária, não para a produção em larga escala.

Ela afirma que a substituição de fertilizantes químicos por biológicos ajuda a reduzir custos e poluição na agricultura. “Alguns insumos biológicos conseguem substituir totalmente ou parcialmente esses fertilizantes químicos”, explicou.

Hungria diz que reduzir o uso de fertilizantes químicos também tem impacto na emissão de gases de efeito estufa. “Só com a soja, na última safra, foram 230 milhões de toneladas de CO2 equivalente que a gente deixou de emitir porque usou os biológicos e não os químicos”, afirmou ao Estadão.

Suas inovações científicas, utilizadas em todo o mundo, ajudaram os agricultores brasileiros a economizar cerca de US$ 25 bilhões por ano e a evitar a emissão de 230 milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono equivalente. Revista Time

Segurança alimentar e legado

Na Academia Brasileira de Ciências, Hungria coordena um grupo de trabalho sobre segurança alimentar e nutricional. Ela afirma que produzir alimentos é importante, mas não basta para enfrentar a fome e defende um esforço interdisciplinar.

A pesquisadora diz que gostaria de deixar como legado uma homenagem às mulheres na agricultura. “As mulheres que, em grande parte, fazem agricultura, passam as ervas medicinais de avó pra mãe pra filha. Elas cuidam das hortas comunitárias”, afirmou.

Por: UOL.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.