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Acre é o pior estado em ranking nacional de saneamento, aponta Confea

Por Redação Juruá em Tempo.22 de maio de 20262 Minutos de Leitura
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O Acre aparece entre os estados com pior desempenho em saneamento básico no Brasil, segundo levantamento divulgado pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), que alerta para a necessidade de reequilibrar investimentos entre as regiões para que o país consiga cumprir as metas de universalização dos serviços de água e esgoto previstas no Marco Legal do Saneamento até 2033. Os dados foram divulgados na quinta-feira (21).

De acordo com a plataforma de índices de infraestrutura lançada pelo Confea em março, o Acre obteve nota 11,28, ocupando uma das últimas posições do ranking nacional. O estado aparece atrás apenas de unidades federativas como o Maranhão, que registrou 18,85, e muito distante dos melhores colocados, como o Distrito Federal (80,19), Paraná (76,29) e Santa Catarina (73,85).

Além do Acre, entre os estados com piores avaliações também estão Pernambuco (31,02), Bahia (39,74) e Pará (40,72). Durante evento promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o assessor da presidência do Confea, Alexandre Borsato, destacou que os investimentos precisam ser equalizados para atender localidades menos atrativas ao mercado.

Segundo ele, o país precisaria investir, em média, cerca de R$ 230 por habitante ao ano para atingir as metas do marco legal. No entanto, em alguns estados esse valor não ultrapassa R$ 10 por pessoa, o que compromete o avanço da cobertura.

Outro desafio apontado pelo Confea é o alto índice de perdas na distribuição de água. Em estados como o Rio Grande do Sul, por exemplo, cerca de 40% da água distribuída é desperdiçada, percentual acima da meta nacional, que prevê redução para 25% até 2033.

Mesmo estados economicamente mais robustos enfrentam dificuldades. O Rio Grande do Sul, quinta maior economia do país, coleta apenas 34,7% do esgoto gerado e trata cerca de 25,4% do volume produzido, cenário que demonstra que os gargalos estruturais vão além das regiões historicamente menos desenvolvidas.

Por: redação.
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