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Polícia

Operação cumpre 34 mandados de prisão no Acre e outros 3 estados

Por redação. 11/05/2026 10:49 Atualizado em 11/05/2026 10:49
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Uma operação integrada contra o crime organizado mobilizou mais de 300 agentes de segurança pública na manhã desta segunda-feira (11) em Rondônia, Acre, Ceará e Paraná. Batizada de “Audácia IX”, a ação tem como foco o cumprimento de mandados contra integrantes de uma organização criminosa investigada por atuação em território rondoniense.

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Coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de Rondônia (Gaeco/MPRO), a ofensiva reúne forças estaduais e federais, incluindo polícias Militar, Civil, Penal e Técnico-Científica, além do Exército Brasileiro e equipes dos Ministérios Públicos do Acre e do Ceará.

Ao todo, estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão e 34 mandados de prisão. As ações ocorrem em Porto Velho, com foco nos distritos de Nova Califórnia, Extrema, Vista Alegre do Abunã e Abunã, além dos municípios de Candeias do Jamari e São Miguel do Guaporé, em Rondônia. Também há alvos em Rio Branco e Plácido de Castro, no Acre, Pacatuba, no Ceará, e Catanduvas, no Paraná.

Segundo o Ministério Público, as ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho e fazem parte de uma investigação que apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de atuar de forma estruturada em Rondônia. Os investigados também podem responder por outros crimes identificados ao longo das apurações.

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Além das prisões e buscas, a operação busca localizar foragidos da Justiça e cumprir mandados em aberto registrados no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP). As equipes também realizam patrulhamento ostensivo nas áreas da operação, com possibilidade de flagrantes relacionados a tráfico de drogas, receptação e posse ilegal de armas e munições.

De acordo com os investigadores, o nome “Audácia IX” faz referência ao comportamento de alguns dos alvos, que costumavam publicar nas redes sociais imagens ostentando armas de fogo, dinheiro, drogas e símbolos ligados à facção criminosa. Para as forças de segurança, as postagens demonstravam sensação de impunidade e tentativa de intimidação das autoridades, além da intenção de expandir o domínio da organização em determinadas regiões.

Com informações do Ministério Público de Rondônia

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