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Trump diz que Xi ofereceu ajuda para reabrir Hormuz e negou apoio militar ao Irã

Por Redação Juruá em Tempo.15 de maio de 20263 Minutos de Leitura
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (14) que o presidente Xi Jinping ofereceu ajuda da China para abrir o estreito de Hormuz e prometeu não enviar equipamentos militares para auxiliar o Irã em sua guerra contra os EUA e Israel.

“Ele gostaria de ver o estreito de Hormuz aberto e disse: ‘Se eu puder ajudar de alguma forma, gostaria de ajudar'”, acrescentou. “Ele disse que não vai fornecer equipamentos militares… ele disse isso enfaticamente”, declarou Trump ao programa “Hannity” da Fox News, após o encontro entre os dois líderes em Pequim.

As falas de Trump -não confirmadas por Pequim- vão além do comunicado oficial da Casa Branca, que afirmou que o americano e Xi concordaram que o estreito de Hormuz, uma das principais rotas de petróleo do mundo, deve permanecer aberto e que o Irã não deve ter posse de armas nucleares.

Ainda durante o encontro desta quinta, o chinês fez questão de reiterar que a relação entre os países deve ser baseada em ganhos mútuos e que, se a questão Taiwan for lidada por Washington de forma inadequada, haverá conflitos.

Os mandatários se encontraram em Pequim para reunião bilateral e outros compromissos oficiais da visita de Estado do americano à capital chinesa.

Em seguida, visitaram o Templo do Céu, um cartão-postal da cidade, que tem simbolismo especial em visitas de Estado por ser conhecido como o local onde imperadores pediam a bênção dos deuses para boas colheitas. Os líderes também jantaram juntos em um banquete de Estado, momento em que Trump convidou Xi para visitar Washington em setembro.

O dia começou uma recepção amigável, marcada por risos e pequenos cochichos entre os líderes. Em pronunciamento na abertura da reunião bilateral, Trump afirmou que os países terão um futuro fantástico juntos.

“Nós construímos uma relação fantástica. Nós nos demos bem. Quando houve dificuldades, nós as resolvemos. Eu ligava para você, e você ligava para mim, e sempre que tínhamos um problema -as pessoas não sabem disso-, nós o resolvíamos muito rapidamente”, disse o americano.

Uma das principais falas de Xi veio depois, durante a reunião de portas fechadas, que durou cerca de duas horas e 15 minutos. Segundo a imprensa estatal Xinhua, o líder teria repetido a Trump que a questão Taiwan é a mais importante nas relações entre as nações.

O chinês teria dito que “se mal administrada, os dois países entrarão em conflito, levando toda a relação China-EUA a uma situação muito perigosa”. “A independência de Taiwan e a paz no estreito de Taiwan são incompatíveis. Manter a paz e a estabilidade no estreito de Taiwan é o maior denominador comum entre a China e os EUA”, afirmou, segundo a Xinhua.

A fórmula é a mesma que sua diplomacia usou nos dias que antecederam a visita. O chanceler chinês, Wang Yi, por exemplo, afirmou ao secretário de Estado, Marco Rubio, que o ponto é o mais sensível das trocas bilaterais.

Por: FolhaPress.
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