Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • ‘Fechô o tempo!’ Vídeo mostra mulheres brigando em Cruzeiro do Sul após jogo do Brasil
  • “Governo passado esqueceu do Acre”, diz ministro ao destacar que recurso bilionário no estado é ‘virada de chave’
  • Homem morre e três pessoas ficam feridas após colisão entre motocicletas na BR-317, em Boca do Acre
  • PRF encontra ossada e cinzas humanas em mala ao revistar ônibus em rodovia
  • Zé Felipe responde sobre sexualidade e morar perto de Virginia: “Gay por hobby”
  • Quem é Vozinha? Goleiro do Cabo Verde viraliza em jogo na Copa; VEJA
  • Luiza Brunet recupera foto com Ayrton Senna, e Xuxa reage
  • Quadro de Virginia no ‘Domingão com Huck’ é misto de nada com coisa alguma
  • Grávida de 30 semanas e bebê morrem à espera de obstetra em hospital
  • Copa tem brilho de jovens enquanto Ancelotti deixa Endrick e Rayan no banco
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, junho 15
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Grávida de 30 semanas e bebê morrem à espera de obstetra em hospital

Por Redação Juruá em Tempo.15 de junho de 20264 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Uma mulher que estava grávida de 30 semanas e o bebê morreram enquanto ela esperava por atendimento médico de um obstetra no Hospital São Francisco, em Três Marias (MG). O médico é investigado por suposto homicídio decorrente de negligência, e a defesa dele diz que a apuração é inicial e exige cautela.

O que aconteceu

Bárbara Luana Fernandes Aleixo, 29, procurou o hospital na noite da segunda-feira (8), com quadro de hipertensão. A gestante ficou horas dentro da unidade de saúde à espera do atendimento de um médico obstetra, e morreu às 5h45 da terça-feira (9). As informações são da Polícia Civil mineira.

Em decorrência da morte da mãe, o bebê também não resistiu. Bárbara estava no sétimo mês da gravidez.

A gestante recebeu atendimento inicial na unidade e foi medicada para controlar a pressão arterial. Entretanto, o quadro clínico evoluiu com piora dos sintomas e ela começou a sentir dores.

Bárbara pediu para ser atendida por um obstetra, porém, o especialista nessa área estava de sobreaviso no dia do ocorrido. O sobreaviso médico é o regime em que o profissional aguarda, fora do ambiente hospitalar, ser acionado para emergências ou procedimentos, o que é permitido pelo CFM (Conselho Federal de Medicina). Porém, a regulamentação do órgão determina que o profissional nessa situação precisa estar disponível para atendimento presencial rápido em caso de necessidade.

A equipe do Hospital São Francisco informou à polícia que acionou sete vezes o obstetra Higo Moreira Fonseca para que ele fosse atender a gestante. Apesar dos alertas de que o quadro da paciente era crítico, o profissional teria relutado em se locomover até a unidade de saúde, ainda segundo a investigação. A defesa do médico disse se solidarizar com a família de Bárbara, mas afirmou se “preocupar com a circulação de informações incompletas, especulações e conclusões antecipadas acerca dos fatos atualmente objeto de investigação” (veja mais abaixo).

Bárbara desmaiou três vezes antes de morrer. A equipe médica chegou a cogitar uma cesariana para tentar socorrer o bebê, mas o procedimento não foi realizado. Horas depois, os óbitos da mãe e do bebê foram confirmados.

Polícia apura a suspeita de negligência por parte do obstetra no atendimento à gestante. Higo foi acionado sete vezes entre às 22h da segunda-feira e às e 5h da terça-feira para socorrer Bárbara, mas ele teria se recusado a ir até o hospital e delegado o cuidado à equipe plantonista do hospital.

Higo chegou a ser preso horas após as mortes de Bárbara e do bebê. Ele foi autuado por suspeita de homicídio nas mortes da mãe e do filho por suposta omissão e negligência.

No entanto, o obstetra foi liberado durante audiência de custódia no dia seguinte. A Justiça de Minas Gerais mandar soltar Higo para que ele responda em liberdade. Durante as investigações, o médico está proibido de atuar na rede pública de saúde.

O UOL procurou o Hospital São Francisco para pedir posicionamento, mas não houve resposta. O espaço segue aberto para manifestação. A rede é uma unidade filantrópica, administrada pela Fundação de Saúde Três Marias, que realiza atendimentos pelo SUS e é considerada referência em casos de urgência e emergência 24 horas na cidade.

O que diz a defesa do médico

Defesa diz que investigação ainda se encontra em fase inicial. Por isso, diz o advogado Higor Lauar, “a adequada compreensão dos fatos exige cautela e dependerá da análise de todos os elementos que vierem a ser produzidos e considerados pelas autoridades competentes ao longo da apuração”.

Lauar também pontuou que o obstetra estava em regime de sobreaviso e não tinha a obrigação de estar presencialmente no hospital no momento em que a paciente deu entrada na unidade. “É necessário esclarecer que a atividade médica em regime de sobreaviso constitui modalidade regularmente reconhecida e regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina, não se confundindo com plantão presencial permanente nas dependências hospitalares. Trata-se de modelo amplamente utilizado em instituições de saúde públicas e privadas em todo o país”, diz a nota enviada à reportagem.

Por fim, a defesa alegou que “o contexto assistencial objeto da investigação apresenta complexidade superior àquela que vem sendo retratada em parte do debate público”. Para Lauar, o caso envolve “circunstâncias e elementos que ainda serão devidamente analisados e esclarecidos no curso da investigação pelas autoridades competentes”. “A defesa reafirma sua confiança nas instituições responsáveis pela apuração dos fatos e recorda que a Constituição da República assegura a toda pessoa o direito à presunção de inocência, ao contraditório, à ampla defesa e ao devido processo legal”, completou.

Por: UOL.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.