Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Dupla acusada de matar e esconder corpo em bananal é condenada no Acre
  • Prefeituras do Acre receberão R$ 35,7 milhões do FPM nesta terça
  • Já pensou? Morador abre a porta de casa e dá de cara com onça-pintada de 75 quilos
  • Pastor é preso suspeito de estuprar a sogra de 91 anos que é acamada
  • Homem arromba apartamento com extintor, espanca e mata namorada em SC
  • Ver para crer? Onda de calor faz derreter estruturas de trens na Alemanha
  • Mais da metade dos medicamentos pedidos na Justiça já deveria estar no SUS
  • Após casos de sarampo, Ministério da Saúde recomenda vacinar bebês
  • Isabelle Nogueira se despede do Boi Garantido
  • PM apreende tambores em terreiro no AM, e sacerdote denuncia preconceito
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, junho 29
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Acre

Morto por fazer sinal de “V”: caso de jogador no Acre é destaque nacional sobre facções criminosas

Por Redação Juruá em Tempo.29 de junho de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O assassinato do jogador de futebol Thiago Oseias da Silva, de 18 anos, ocorrido em Rio Branco em 2024, voltou a ganhar repercussão ao ser citado em uma reportagem especial do jornal O Globo sobre o avanço das facções criminosas e o controle territorial exercido por esses grupos em diferentes regiões do país.

O caso acreano foi utilizado para ilustrar uma das consequências mais extremas desse cenário: a morte de pessoas inocentes por causa da interpretação de gestos e símbolos associados a organizações criminosas.

O gesto que custou a vida

Thiago havia chegado ao Acre havia apenas duas semanas para integrar o elenco do Santa Cruz do Acre. Natural de Pernambuco, o jovem realizava o sonho de atuar no futebol profissional quando participou de uma festa em um bairro de Rio Branco.

Segundo as investigações do Ministério Público do Acre, integrantes do Bonde dos 13 invadiram o local após receberem informações de que havia pessoas ligadas a uma facção rival na festa. Thiago e outro rapaz foram levados para uma rua próxima, onde passaram por um interrogatório enquanto os criminosos analisavam os celulares das vítimas.

Durante a revista, os suspeitos encontraram uma fotografia em que o jogador aparecia fazendo o tradicional sinal de “V”, conhecido como símbolo da vitória. O gesto, no entanto, foi interpretado pelos criminosos como uma referência ao Comando Vermelho.

A imagem foi enviada para lideranças da organização criminosa por aplicativo de mensagens e, pouco depois, a execução do atleta foi determinada.

As investigações concluíram que Thiago não possuía antecedentes criminais nem qualquer envolvimento com organizações criminosas.

Durante o julgamento, um dos condenados afirmou estar arrependido e declarou que não sabia que o jogador era inocente.

Caso ilustra avanço das facções

Na reportagem publicada por O Globo, o caso de Thiago aparece em um capítulo que trata da apropriação de gestos, símbolos e códigos por facções criminosas.

Segundo a publicação, sinais que antes eram utilizados sem qualquer conotação criminal passaram a ser interpretados como demonstrações de apoio a grupos rivais em áreas dominadas por organizações criminosas, colocando em risco até mesmo pessoas sem qualquer ligação com o crime.

O especial também aborda como facções passaram a exercer influência sobre a rotina de comunidades em diferentes estados brasileiros, impondo regras de circulação, comportamento e convivência.

Mãe ainda busca respostas

Na reportagem nacional, a mãe de Thiago, Rosa Vilas Boas da Silva, relembra a morte do filho e afirma que nunca conseguiu entender o que realmente aconteceu.

“O que aconteceu exatamente? Eu também não sei. É uma pergunta que fica no ar. Disseram que foi por causa de uma foto, a foto que ele tirou no alojamento.”

Ela também lamentou a perda do jovem, que havia deixado Pernambuco para buscar uma oportunidade no futebol.

“Sei de uma coisa: ele não volta mais. A dor é uma coisa que a gente tenta esquecer, mas não consegue. Faz dois anos, mas é como se tivesse acontecido ontem.”

Por: A Gazeta do Acre.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.