Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Zequinha Lima renova frota escolar com entrega de cinco novos ônibus e investimentos de R$ 2 milhões
  • Nova lei muda regras do IPVA e autoriza isenção retroativa para proprietários de veículos no Acre
  • Governo do Acre oficializa nova leva de nomeações e exonerações no Diário
  • Polícia instaura inquérito para investigar assalto contra jornalista em Cruzeiro do Sul
  • Criminoso levaram celular de Jornalista que teve casa invadida em Cruzeiro do Sul
  • Após caso de raiva bovina em Tarauacá, veterinárias do IDAF orientam produtores
  • Acre zera feminicídios no primeiro semestre de 2026 e se destaca na Região Norte
  • Mulher é atacada com estilete por ex-companheiro
  • 15 estados estão na lista de focos de calor e fumaça; veja orientações para proteger a saúde
  • Trabalho escravo: homem dormia com porcos e se alimentava 1 vez ao dia
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, julho 22
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Agro concentrou R$ 7,7 bilhões de crédito do Plano Brasil Soberano

Por Redação Juruá em Tempo.22 de julho de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

As cadeias ligadas ao agronegócio concentraram ao menos R$ 7,7 bilhões dos financiamentos aprovados pelo Plano Brasil Soberano, programa criado para dar suporte aos exportadores afetados pelo tarifaço dos Estados Unidos. O valor corresponde a 39,5% dos R$ 19,6 bilhões aprovados pelo BNDES e considera os setores de alimentos, agricultura e pecuária, madeira e couro. 

Os dados são do relatório divulgado pelo Banco no último dia 10 de julho e referente à execução dos recursos liberados em 2025, ano do primeiro tarifaço do governo Donald Trump contra o Brasil.

Nesta semana, o governo brasileiro anunciou que entrará em uma nova etapa do programa, que leva o nome “Brasil Soberano Competitividade” para abrir outra frente de crédito focada na nova tarifa de 25%, que passa a valer a partir desta quarta-feira (22). 

Ano passado, a principal beneficiada com os recursos liberados foi a indústria de alimentos, com R$ 4,159 bilhões distribuídos em 260 operações. Na sequência aparecem a fabricação de produtos de madeira, com R$ 1,854 bilhão; agricultura, pecuária e serviços relacionados, com R$ 917 milhões; e preparação de couros e fabricação de artefatos, com R$ 804 milhões. 

A reportagem somou todos os itens que possuem um CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), que identifica a partir de sete dígitos numéricos a atividade exercida por determinada empresa. A soma gerou o valor de pelo menos R$ 7,7 bilhões. 

Entretanto, o cálculo é conservador, porque o relatório não detalha as empresas beneficiadas dentro de setores como comércio atacadista, fabricação de máquinas e equipamentos e produtos químicos. Essas categorias podem incluir empresas do agro, como tradings, fabricantes de máquinas agrícolas, fertilizantes e defensivos. 

O relatório não inclui empresas do agro que arcaram com custos e perdas do próprio caixa para atravessarem o ano e manterem os contratos de exportação em dia. 

Dados gerais: 

O plano Brasil Soberano foi criado a partir de uma medida provisória em agosto de 2025, a MP 1309/25. Originalmente, o pacote de socorro abrangia R$ 30 bilhões para crédito a afetados pelos impasses do tarifaço.  

Até dezembro de 2025, o total aprovado pelo programa foi R$ 19,59 bilhões em 1.386 operações. O montante comprometeu 89% dos R$ 22 bilhões efetivamente transferidos ao BNDES pelo FGE (Fundo de Garantia à Exportação), segundo o relatório de execução.

Do total aprovado, R$ 10,82 bilhões foram efetivamente desembolsados até dezembro, o equivalente a 55%. Outros R$ 8,77 bilhões permaneciam pendentes de liberação e ainda poderiam ser desembolsados posteriormente ou cancelados.

Os números mostram que o socorro teve caráter predominantemente emergencial e foi direcionado à manutenção do capital de giro, isto é, para o fluxo de caixa das empresas. Cerca de 51% dos recursos aprovados foram destinados ao Giro Emergencial, enquanto outros 47% foram para Giro Diversificação, modalidade que exige da empresa beneficiada o compromisso de exportar para mercados diferentes dos Estados Unidos.

Em contraste, as linhas voltadas a investimentos produtivos tiveram participação pequena. Foram aprovados R$ 348 milhões para bens de capital e investimentos, menos de 2% do volume total do programa. Na modalidade de investimento direto, voltada à adaptação da atividade produtiva, inovação e expansão das exportações, não houve operação aprovada.

O retrato indica que, diante do choque das tarifas, as empresas priorizaram liquidez, pagamento de despesas para manter operações. A adaptação da produção e a compra de máquinas, embora previstas no desenho do Plano Brasil Soberano, ficaram em segundo plano.

Por: CNN Brasil.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.