Rio Branco, Acre, 24 de novembro de 2020

Márcio Bittar é citado por candidato tucano em depoimento à Polícia Federal

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O ex-deputado federal Márcio Bittar (PSDB) foi citado no depoimento do candidato à vereador, também pelo PSDB, Clebisson Freire, tendo um suposto envolvimento com o esquema de compra de apoio político para a candidatura de Ilderlei Cordeiro por Vagner Sales (ambos do PMDB) e o consequente desmonte da chapa tucana de Henrique Afonso (PSDB).

Em seu depoimento Clebisson afirma que o presidente (ora afastado) do diretório municipal do PSDB em Cruzeiro do Sul, Edson de Paula teria lhe mostrado ligações telefônicas de Márcio Bittar em que o mesmo supostamente revelava o desmonte das chapas tucanas em outros municípios acreanos.

Em Rio Branco, Márcio Bittar está no palanque da candidata Eliane Sinhasique (PMDB), contrariando a decisão do diretório regional do partido de apoiar Raimundo Vaz (PR) que tem como vice em sua chapa o engenheiro florestal Francineudo Costa (PSDB).

Em Sena Madureira, principal base eleitoral de Márcio Bittar, Rocha apoia a ex-prefeita Toinha Vieira (PSDB), enquanto Bittar está com Mazinho Serafim (PMDB).

Em Senador Guiomar, Bittar está apoiando o mesmo candidato do atual prefeito, James Gomes (PP), o também progressista Jorge Catalan. Rocha apoia a candidatura do PSDB, Branca Menezes. James Gomes foi afastado duas vezes do cargo por improbidade administrativa.

A divisão não ocorre somente em Brasiléia, onde a recente prisão do prefeito e de toda cúpula do PMDB obrigou a oposição a sair unificada com o candidato Manoel Prete, do PSDB.

Por telefone, Rocha, explicou que não se trata de dividir a oposição, mas sim, do fortalecimento do PSDB no estado e da luta pela ética na política. “Não vou deixar de denunciar coisas erradas somente porque ocorre no campo da oposição. Sou contra a corrupção onde ela estiver”, disse.

Já Henrique Afonso, candidato do PSDB em Cruzeiro do Sul, desde sua saída da FPA, vem buscando em seu discurso uma posição identificada como uma ‘terceira via’ na política, senão do Acre, ao menos em Cruzeiro do Sul. Os desgastes da administração de Vagner Sales, já há 8 anos no poder, esvaziam qualquer tentativa de trazer o discurso da ética na política, já que o próprio é reu em pelo menos 15 processos na justiça por improbidade administrativa e teve seus bens bloqueados pela justiça federal por pesarem contra ele ‘fortes indícios’ de enriquecimento ilícito.

Rocha é presidente regional do PSDB enquanto Bittar e o presidente o Instituto Teotônio Vilela, também ligado ao PSDB.

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