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Mulher tenta entrar em presídio com celular escondido na calcinha

Por Redação Juruá em Tempo.22 de novembro de 20163 Minutos de Leitura
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O presídio Moacir Prado em Tarauacá considerado é um dos mais seguros do Acre, por conta das medidas se segurança adotadas pela direção da unidade e cumprida fielmente pelos agentes penitenciários. Mesmo depois que a justiça do Acre proibiu as revistas íntimas aos visitantes, especialmente as mulheres, os profissionais redobram a atenção para não permitir a entrada de drogas, armas e, principalmente, celulares no interior dos pavilhões. A segurança do presídio conta com apoio da polícia militar.

Para compensar o fim das revistas foi instalado no presídio, um aparelho detector de metais. Técnicos do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão vinculado ao Ministério da Justiça (MJ), estiveram no presídio ainda no início do ano realizando a instalação de detectores de metais, estilo portal, onde as visitas são submetidas para verificação.

“Nesse último mês já apreendemos oito celulares escondidos nas roupas dos visitantes, colchões e outras estratégias que as mulheres usam para levar aos seus companheiros presos” disse um agente que pediu para não ser identificado. Uma outra constatação, segundo o agente, é que o aparelho detecta metais, porém a droga ele não detecta e isso faz com que aumente a entrada de entorpecentes no interior do presídio.

Neste último domingo, dia 20 de novembro, Raimunda Nonata Lima de Mesquita, que faria uma visita ao marido presidiário, foi surpreendida pelo equipamento que detectou a presença de metal no corpo dela. Agentes penitenciários fizeram a revista e encontraram dois celulares que a mesma levava dentro de sua calcinha. Após receber ordem de prisão foi levada para a delegacia de policia do município.

O Presídio Moacir Prado construído em Tarauacá que tem capacidade para abrigar 80 presos, está superlotado e conta atualmente, somente no regime fechado, com 397 homens cumprindo pena. Esse numero aumenta em até 500% da estrutura prevista para a tender a demanda de Tarauacá, Feijó e Jordão.

Além dos presos do regime fechado, são mais 13 homens e 8 mulheres, num total de 21 pessoas cumprindo pena através do sistema de monitoramento eletrônico, com o uso de tornozeleiras eletrônicas. E mais 15 homens cumprindo penas no regime semiaberto. São aqueles que estão livres durante o dia para o trabalho e à noite são obrigados a dormir no presídio.

São dois prédios de responsabilidade do IAPEN em Tarauacá. O presídio, localizado às margens da BR 364, distante cerca de 5 km da cidade, próximo ao Igarapé Pirajá e outro localizado no centro da cidade que abriga os presos do regime semiaberto e onde fica instalado o sistema de monitoramento eletrônico.

São apenas 50 agentes penitenciários entre homens e mulheres para cuidar de todo o sistema prisional dessa regional, se configurando, proporcionalmente de acordo com o numero da população carcerária, como o menor contingente de profissionais do estado do Acre.

 

Com informações do Blog do Accioly

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