Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Jorge Viana aciona STF e Flávio Dino investiga emendas de Bittar à Santa Casa e obras de infraestrutura
  • Friale vê inverno dentro da média e sem cenário de seca severa no Acre
  • Acidente na Via Chico Mendes termina com morte de motociclista
  • No Juruá, governadora Mailza Assis anuncia investimentos na educação e habitação
  • Após trocar tiros com facção, policiais prendem traficante na BR-364
  • Mais de 200 inquéritos foram instaurados na Delegacia da Mulher em Cruzeiro do Sul
  • Fiscalização encontra irregularidades em bombas de combustíveis no Acre; 14 bicos são interditados
  • Mulher é torturada e tatuada à força por companheiro
  • Mailza nomeia Lucas Grangeiro Bonifácio como procurador-geral adjunto do Acre
  • Governo federal aprova estudos com participação estrangeira em área do Parque Nacional Serra do Divisor
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, abril 24
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»CONFIRA AQUI

Papa concede liberdade a padre condenado por vazar dados

Por Redação Juruá em Tempo.20 de dezembro de 20162 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O papa Francisco concedeu nesta terça-feira (20) a liberdade condicional ao monsenhor espanhol Lúcio Ángel Vallejo Balda, o religioso condenado no processo de vazamento de documentos, conhecido como “Vatileaks 2”.

“Considerando que o reverendo Vallejo Balda já cumpriu mais da metade da pena, o Santo Padre Francisco lhe concedeu o benefício da liberdade condicional. Trata-se de uma medida de clemência que lhe permitirá readquirir a liberdade. A pena, no entanto, não está extinta”, escreveu em nota o Vaticano. O padre ainda foi afastado de “qualquer ligação de trabalho com a Santa Sé”.

Balda havia sido condenado a 18 meses de cadeia no longo processo que ainda condenou a consultora ítalo-marroquina Francesca Immacolata Chaouqui. Os demais imputados – o assistente do padre espanhol, Nicola Maio, e os jornalistas italianos Gianluigi Nuzzi e Emiliano Fittipaldi – foram absolvidos.

O padre e a consultora trabalhavam na Comissão de Estudos sobre as Atividades Econômicas do Vaticano (Cosea), órgão criado pelo papa Francisco em 2013 para monitorar as finanças da Santa Sé, mas já dissolvido.

Eles foram condenados por terem passado a Nuzzi e Fittipaldi arquivos sigilosos que serviram de base para dois livros sobre as finanças da Igreja. O primeiro é autor de “Via Crucis”, que relata os duros ataques do Pontífice argentino contra os dirigentes que comandaram as finanças do Vaticano nos anos anteriores à sua chegada ao poder.

Já Fittipaldi escreveu “Avarizia” (Avareza), livro que, baseado em documentos confidenciais, traça os primeiros mapas do império econômico da Santa Sé e denuncia gastos luxuosos por parte de membros do clero.

 

(ANSA)

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.