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Exército aponta trechos críticos durante recuperação da BR-364 no Acre

Por Redação Juruá em Tempo. 12/09/2017 15:15 Atualizado em 12/09/2017 15:18
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Uma estrada que precisa de reparos de forma emergencial. Assim está a BR-364, no trecho que liga Rio Branco a Cruzeiro do Sul. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes no Acre (Dnit), que agora é o departamento responsável pela manutenção da estrada licitou uma empresa particular e fez um convênio com o 7° Batalhão de Engenharia de Construção (7° BEC) para recuperar o trecho.

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O Exército é o responsável pelos próximos dois anos por 95 quilômetros de estrada.

“Dentro desse trecho, temos alguns pontos críticos e que já estamos atacando. O primeiro deles é logo após a ponte do riozinho Andirá. Depois outro trecho bastante complicado na região do Antimary. E temos um outro ponto crítico que é próximo de Sena Madureira, no córrego Brejo Seco, no igarapé Brejo Seco, que é uma cabeceira da ponte que já está cedendo”, explica o coronel Luis Henrique, comandante do 7° BEC.

O batalhão atua em obras de recuperação da BR-364 desde 2003. Mas, em meados de julho voltou para a estrada após o Dnit liberar os recursos necessários para a obra.

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“Como nós não somos empresa, não temos capital de giro. Por isso, o Dnit precisa repassar o recurso para nós para que possamos iniciar o trabalho”, explica o comandante.

Uma das máquinas mais importantes é a de recuperação do asfalto. Ela realiza faz uma raspagem no asfalto danificado. Dentro ela tritura, por isso, é conhecida como uma recicladora. Mistura o asfalto com areia.

Antes, a equipe de laboratório realiza o teste de controle tecnológico para saber o grau de compactação da pista. E é o resultado dessa análise que vai liberar, ou não, o trecho para receber as novas camadas de piche e de asfalto.

“Se ela não estiver bem compactada, a gente manda passar duas ou três passadas de rolo que já é o necessário para receber uma compactação do asfalto. Se não for feito isso, é trabalho perdido, porque no futuro a base vai rachar, vai estourar e quando lançar, o asfalto fica bonito, mas, depois no futuro vai começar a abrir aqueles rachões”, diz o comandante.

O trabalho em alguns pontos compromete o fluxo de veículos, mas quem precisa trafegar pela BR entende a importância deste tipo de intervenção.

“Do jeito que estar, para conseguir chegar a um município desse chega com o carro que não presta mais”, diz o comerciante Raimundo Lima. O caminhoneiro Senal Ribeiro completa ainda que o trecho agora recuperado estava bem ruim.

“Eu passei aqui em Dezembro, estava muito feio esse trecho. Na época, passei três dias aqui”.

Luis Henrique pede que os motoristas tenham cautela e paciência ao passarem pelos trechos em recuperação. “Respeite a sinalização, evite realizar ultrapassagem próximo das áreas que estão sofrendo intervenção, porque corre o risco até mesmo de causar um acidente ou mesmo de atropelar um trabalhador ou um militar nosso que está atuando na pista”, orienta.

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