Início / Versão completa
CONFIRA AQUI

Megaestrutura deixada pelo PT na Amac é cobiçada por metade dos prefeitos acreanos: repasse gordo da PMRB, conforto e viagens são os atrativos

Por Redação Juruá em Tempo. 20/11/2018 11:22
Publicidade

Depois que a Associação dos Municípios do Acre (Amac) passou a ser vista como fiel na balança polítito-eleitoral do Estado, nada menos que onze prefeitos estão se habilitando a presidi-la em lugar de Marilete Vitorino, que está no comando da associação desde fevereiro de 2017.

Publicidade

A prefeita de Tarauacá venceu as eleições por idade, já que seu concorrente à época, o prefeito Marcus Alexandre, é mais jovem. Na contagem dos votos deu empate e o critério para desempate, segundo o estatuto da Amac, é a idade. 

Na verdade, Marilete foi alçada à presidência por uma manobra de grupos que queriam tirar o PT desse poder. O candidato da chapa 2, de oposição, era o prefeito de Cruzeiro do Sul, que renunciou em favor de Marilete.

Número tão alto de postulantes tem explicação: os pré-candidatos querem mesmo é usufruir da megaestrutura criada pelas gestões do PT na Amac, algo que inclui veículos modernos, escritórios confortáveis, verba gorda e viagens pelo Brasil e exterior.

Publicidade

Os candidatos só não podem esquecer que a Prefeitura de Rio Branco é quem sustenta essa estrutura. São mais de 20 funcionários de alta capacidade técnica -engenheiros, advogados, administradores e outros – pertencentes ao quadro de servidores efetivos do município de Rio Branco. O repasse mensal da PMRB chega a R$90 mil ao mês. Se a Prefeitura de Rio Branco deixar a Amac certamente haverá sérias dificuldades para mantê-la. Quando saiu, Marcus Alexandre deixou R$529 nuk em caixa.

 

 

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.