Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Apple subirá preços do iPhone devido a custos de memórias para IA
  • Aluguel sobe acima da inflação e reforça pressão no mercado residencial
  • Brasileiro perde, em média, R$ 11 mil por golpe digital e Geração Z é a maior vítima
  • Mendonça evita buscas no Senado e reduz potencial de atrito político em caso Master
  • EUA e Irã adiam negociações nucleares devido ao agravamento dos confrontos no Líbano
  • Preservado, Gabriel Magalhães garante estar bem para enfrentar Haiti
  • Confira os jogos da Copa do Mundo nesta sexta; Brasil encara o Haiti
  • México bate Coreia do Sul e vira 1º classificado ao mata-mata da Copa
  • Em 14 anos, mortes no trânsito por causa de álcool diminuem 19,5%
  • El Niño fará Brasil ter inverno com menos frio, prevê meteorologia
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, junho 19
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque

Engenheiro crê que alojamento poderia ser de material inflamável

Por Redação Juruá em Tempo.11 de fevereiro de 20192 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O alto número de mortos e a rapidez com que o fogo se espalhou pelo alojamento dos jogadores das divisões de base no centro de treinamento do Flamengo indica que o contêiner onde os jovens dormiam poderia ser constituído de material altamente inflamável. A análise é de Alexandre Landesmann, da Coppe/UFRJ, engenheiro civil especializado em estruturas e incêndios.

A questão dos revestimentos inflamáveis inclusive passa a ser abordada no novo Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico, que foi publicado no Diário Oficial no fim do ano passado, mas entra em vigor somente no segundo semestre deste ano. “Dentre as questões importantes abordadas no novo código está, justamente, o controle de materiais de acabamento e revestimento”, explicou Landesmann.

O uso de contêineres em instalações provisórias é bastante comum no Brasil. E muitos deles, de fato, são constituídos de materiais extremamente inflamáveis. Somente a perícia poderá apontar as causas do incêndio no alojamento do Flamengo e determinar o material usado nos contêineres. Mas é sabido que alguns materiais potencializam a propagação das chamas, a produção de fumaça e o envenenamento – o que ocorreu, por exemplo, no incêndio da Boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, em 2013.

“Me parece que o incêndio se propagou numa velocidade muito grande”, afirmou o especialista. “Ali eram todos jovens ativos, mas, mesmo assim, não houve tempo para grande reação.”

Uma hipótese levantada por Landesmann é que o fogo tenha começado justamente em um ponto crítico que bloqueou imediatamente a única rota de fuga do local. “Ou então, ele se propagou numa velocidade tão grande que não deu tempo de reação, indicando que teríamos ali um material que potencializasse a propagação das chamas.”

Em um incêndio mais usual, com base na queima de estruturas de madeira e papel, a velocidade de propagação do fogo é bem mais baixa, segundo explica o professor. “O fogo começa com temperatura baixa, produzindo muita fumaça, o que permite que as pessoas consigam identificar o foco e sair do local”, explicou. Com informações do Estadão Conteúdo.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.